quinta-feira, 17 de agosto de 2017

AGCO ADOTA GOOGLE GLASS EM FÁBRICA BRASILEIRA, INICIATIVA ÚNICA NA AMÉRICA DO SUL.

A AGCO, fabricante e distribuidora mundial de equipamentos agrícolas, adotou três unidades de Google Glass, para auxiliar na manufatura da fábrica de Canoas (RS). Com isso, a marca passa a ter a primeira fábrica a usar a iniciativa tecnológica em toda a América do Sul.

Atualmente, os óculos são utilizados na etapa de verificação de monoblocos, estrutura que engloba os eixos dianteiro e traseiro, transmissão e motor. Com o dispositivo, o inspetor de qualidade consegue visualizar o que deve ser verificado na máquina por meio de informações, tarefas e fotos que aparecem na tela acima do campo de visão, facilitando a execução da operação.

“Comprovamos que os óculos trazem maior controle de qualidade e facilidade no acesso a informações. Se antes o funcionário tinha que ficar andando entre o computador e o componente, agora ele pode realizar toda a tarefa de uma vez, com ambas as mãos livres. Com esta tecnologia também é possível fotografar os componentes e enviar os registros aos engenheiros de qualidade instantaneamente”, afirma Guilherme Pinto, diretor de manufatura da unidade AGCO Canoas, da AGCO América do Sul.

O inspetor de qualidade Lairton de Oliveira foi o primeiro funcionário a utilizar a tecnologia na manufatura da AGCO América do Sul, e aprovou a novidade. 


“Os óculos são intuitivos e trouxeram maior facilidade no trabalho de verificação do monobloco, tornando o processo mais simples e rápido, sem ter que ficar consultando o computador a todo momento.”

Em 2015, os óculos começaram a ser implantados pela planta da AGCO em Jackson (EUA), em parceria com o Google, que desenvolvia uma nova versão dos equipamentos anteriormente lançados para o público geral. O Google Glass Enterprise Edition, resultado da união, é mais resistente para substituir os óculos de segurança obrigatórios em ambientes fabris, além de oferecer bateria com capacidade superior para atuar ao longo de toda a jornada de trabalho. Lá, já foram registradas reduções de 30% no tempo de inspeção, 25% no tempo de produção e 50% no tempo de treinamento de novos funcionários.

As tarefas desempenhadas pelos óculos são desenvolvidas sob medida, juntamente com a empresa Proceedix, licenciada oficialmente para o projeto Google Glass Enterprise Edition. Dessa forma, a AGCO pode incorporar melhorias e alterações nos processos segundo o feedback dos funcionários. A fábrica americana em Jackson já conta com mais de 200 pares em uso, substituindo tablets e computadores utilizados até então.

No Brasil, a iniciativa funciona em fase de testes, com três unidades dos óculos, com perspectivas de expansão no próximo ano. “Até o final de 2017, o projeto-piloto irá passar por diversas áreas da empresa, para que possamos identificar as melhores oportunidades. Ao menos dez funcionários devem utilizar o Google Glass em operações diferentes da manufatura, mas pretendemos adotar os óculos de forma definitiva em 2018”, explica Pinto.

Investimento de R$ 36 milhões

No último ano, a AGCO investiu R$ 36 milhões em melhorias tecnológicas na planta de Canoas. Dentre os avanços realizados estão a modernização de linha de montagem do monobloco de tratores.

“O projeto nasceu da proposta de tornar a manufatura mais flexível e eficiente após os lançamentos tecnológicos deste ano. Os novos tratores são produzidos para atender às necessidades específicas de cada produtor rural, incluindo variações para culturas e terrenos diferentes. Um único modelo pode ser montado em mais de 80 versões diferentes, com mais de 5.000 peças, para que o cliente receba a máquina mais adequada às suas necessidades”, diz o diretor de manufatura.

Dentre os investimentos feitos na fábrica estão a inclusão de AGVs (Veículo Guiado Automaticamente, em inglês) e alteração da linha de produção, além de melhorias nos setores de pintura e usinagem do monobloco. Também foram adquiridas bancadas de testes para eixos traseiros de alta tecnologia, componentes que até então eram importados da França.

Os AGVs são plataformas robóticas e autoconduzidas, que traçam um percurso programado para transportar o monobloco pela fábrica. Antes da utilização dessa tecnologia, a montagem na fábrica de Canoas era feita manualmente, com utilização de cavaletes em duas linhas paralelas, unindo todos os componentes no fim. Agora, com os AGVs, há somente uma linha de montagem do monobloco. Os funcionários realizam as instações e verificações enquanto o componente é guiado automaticamente. O processo trouxe maior agilidade, conforto operacional e segurança de trabalho, além de possibilitar a montagem de modelos mais complexos e tecnológicos.

“A AGCO sempre busca as melhores soluções tecnológicas, desde os nossos produtos até os processos envolvidos na fabricação e montagem. O investimento realizado trouxe ganhos significativos de qualidade operacional para a manufatura”, completa Pinto.

Visite: www.AGCOcorp.com

CDN Comunicação.

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CARBON BLINDADOS TERÁ FLAVIO PADOVAN EM SEU CONSELHO DE GESTÃO.

e/d: Alessandro Ericsson, diretor executivo da CARBON; e Flavio Padovan.

Embora ainda muito jovem, a CARBON já é uma das maiores empresas de blindagem automotiva do país e tem como prioridade reforçar o relacionamento com o mercado, tanto com os clientes individuais, como também com as montadoras de veículos premium. Dentre suas importantes e recentes conquistas, está a certificação pela Jaguar Land Rover para prestar serviços de blindagem junto à sua rede de concessionárias.

Para apoiar a CARBON nessa trajetória de crescimento, Flavio Padovan foi convidado para assumir a posição de conselheiro de gestão. Padovan é um dos executivos brasileiros com maior vivência no setor automotivo de veículos premium, tendo ocupado posições de destaque em empresas como a própria Jaguar Land Rover, onde foi CEO para a América Latina, além de funções executivas e de liderança na Volkswagen, Ford e Subaru.

Para Alessandro Ericsson, diretor executivo da CARBON, “Padovan terá um importante papel nessa nova fase da empresa, pois ele não só trará sua experiência no setor automotivo, como também dividirá conosco o seu grande conhecimento em gestão, marketing e posicionamento de marcas”.

Além da CARBON, Padovan atua como consultor de grandes empresas e agências de propaganda e tem se dedicado a um programa de “mentoring” para executivos. Após completar dois anos de criação, a CARBON Blindados prepara-se para um novo ciclo de crescimento.

CARBON Blindados.

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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

FIAT CHRYSLER AUTOMÓVEIS SE JUNTA AO GRUPO BMW, INTEL E MOBILEYE PARA DESENVOLVER PLATAFORMAS DE CONDUÇÃO AUTÔNOMA.

O Grupo BMW, Intel e Mobileye anunciaram nesta quarta-feira a assinatura de um memorando de entendimento com a intenção que a Fiat Chrysler Automóveis (FCA) se tornará a primeira montadora a se juntar ao grupo para desenvolver uma plataforma líder de condução autônoma, em nível global.

Esta parceria de desenvolvimento pretende alavancar os pontos fortes, capacidades e recursos de cada empresa para melhorar a plataforma de tecnologia, aumentar a eficiência de desenvolvimento e reduzir o tempo de lançamento para o mercado. Engenheiros irão trabalhar em conjunto na Alemanha e em outros locais, a fim de facilitar este processo. A FCA irá contribuir para a engenharia, recursos técnicos e conhecimentos, bem como o significativo volume de vendas, alcance geográfico e uma longa experiência na América do Norte.

“Para alcançar avanços na tecnologia de condução autônoma, é vital formar parcerias entre fabricantes de automóveis e que fornecem a tecnologia”, disse o CEO da FCA, Sergio Marchionne. “Integrarmos esta cooperação permitirá à FCA se beneficiar diretamente de sinergias e economias de escala que são possíveis quando as empresas se unem com uma visão e um objetivo comum. ”

Em julho de 2016, o Grupo BMW, Intel e Mobileye anunciaram que uniram forças para tornar os veículos autônomos uma realidade, contribuindo para o desenvolvimento de soluções de condução altamente automatizadas (Nível 3) e condução totalmente automatizada (Nível 4/5) para a produção em 2021. Desde então, eles têm trabalhado na concepção e desenvolvimento de uma arquitetura que pode ser usado por vários fabricantes de automóveis em todo o mundo, mantendo as identidades de marca de cada empresa.

Esta cooperação continua a um ritmo constante, com o objetivo de implantar nas ruas 40 veículos de teste autônomos até o final de 2017. Também espera se beneficiar a partir dos dados e da aprendizagem obtidos como resultado da frota de 100 veículos de teste de nível 4 anunciada recentemente pela Mobileye, uma empresa do grupo Intel, demonstrando o benefício de escala dessa abordagem colaborativa.

“Os dois fatores fundamentais para o êxito da cooperação são a excelência sem compromisso no processo de desenvolvimento e no alcance da nossa plataforma de condução autônoma”, disse Harald Krüger, presidente da BMW AG. “Com a FCA como nosso novo parceiro, fortalecemos nosso caminho para criar, com êxito, a solução mais relevante e avançada de Nível 3 a 5 como resultado da colaboração global entre as montadoras. ”

“O futuro dos transportes depende que os líderes da indústria automotiva e da tecnologia trabalhem juntos para desenvolver uma arquitetura que os fabricantes de automóveis em todo o mundo possam adotar e personalizar”, disse Brian Krzanich, CEO da Intel. “Estamos muito satisfeitos em dar as boas-vindas à FCA a esta colaboração, dando um passo mais perto de entregar os veículos autônomos mais seguros do mundo. ”

“Agradecemos pelas contribuições da FCA e o uso da plataforma de cooperação, que tem feito progressos substanciais durante o último ano, entrando rapidamente na fase de testes e implementação”, disse o professor Amnon Shashua, Diretor Executivo e Diretor de Tecnologia da Mobileye. “A combinação de conhecimento e de mapeamento, fusão de sensores e soluções políticas de condução, oferece os mais altos níveis de segurança e versatilidade em um pacote de baixo custo que se estenderá através de todas as geografias e configurações de estradas. ”

O Grupo BMW, Intel, Mobileye e FCA, juntamente com os parceiros de desenvolvimento e integradores de sistemas recém-anunciadas, convidam e dão as boas-vindas aos fabricantes de automóveis e fornecedores de tecnologia adicional para se juntar a eles em adotar esta plataforma de condução autônoma em um esforço para criar uma solução para toda a indústria.

Comunicação Corporativa BMW Group Brasil
Máquina Cohn & Wolfe

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MAN LATIN AMERICA É GREAT PLACE TO WORK PELA 6° VEZ.

A MAN Latin America foi eleita a 7ª melhor empresa para trabalhar no Brasil, de acordo com a pesquisa de clima organizada pelo instituto Great Place To Work (GPTW) com as 2 mil maiores companhias do país.

Integrando o ranking pela 6ª vez, a montadora subiu doze posições em relação à sua última participação. E não faltam motivos para comemorar: a MAN Latin America conquistou também a 3ª posição no ranking do levantamento estadual que contou com a participação de 50 empresas do Rio de Janeiro.

Segundo o presidente e CEO Roberto Cortes, a constante evolução se deve pela consistência das políticas de Recursos Humanos da empresa. “ O clima organizacional é cada vez mais o foco de nossa estratégia de sucesso. É a conquista de todos os colaboradores, que superam os desafios e através de esforços tornam a MAN Latin America uma referência em todos os âmbitos de atuação”.

A festa de premiação Nacional, realizada em São Paulo, homenageou uma lista das 150 melhores empresas para se trabalhar no Brasil. Foram quase duas mil companhias que passaram pelo processo de análise, que resultou na divisão de três categorias: empresas médias nacionais, médias multinacionais e grandes.

Destaque Empresarial

O presidente Roberto Cortes recebeu no Palácio dos Bandeirantes em São Paulo (SP) o diploma de Destaque Empresarial durante cerimônia com a presença de Geraldo Alckmin, Governador do estado de São Paulo. Ao lado de outros homenageados e acompanhado por Marco Saltini, diretor de Relações Governamentais e Institucionais, Cortes também foi saudado por autoridades como Paulo Rabello de Castro, presidente do BNDES.

De acordo com o Global Council of Sales & Marketing, entidade que organiza a premiação World Company Award 2017, o diploma conferido a Cortes é um reconhecimento por sua atuação no setor de caminhões e ônibus, com uma gestão pautada na governança com ética, competência e resultados sustentáveis, com geração de empregos, investimentos e alta tecnologia.

Comunicação MAN Latin America.

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IVECO AMPLIA VERSATILIDADE DA LINHA DE SEMIPESADOS COM NOVO TECTOR AUTO-SHIFT.

Modelo tem moderno câmbio de 10 velocidades que proporciona desempenho e conforto na operação, aliado à força do motor FPT Industrial N67.

O mercado de semipesados do Brasil já conhece as 11 versões da Linha Tector, que atendem diversas demandas do transporte, do varejo à construção civil. O modelo é reconhecido por transportadores e motoristas pelo baixo custo operacional, potência e conforto. Agora a IVECO, marca da CNH Industrial, apresenta o Tector Auto-Shift, com câmbio automatizado de 10 velocidades e motor N67, FPT Industrial, em três versões: 170E30 4x2, 240E30 6x2 e 310E30 8x2.

"A utilização da transmissão automatizada é uma tendência que começou no segmento de pesados e ganha força, cada vez mais, nos semipesados. O lançamento do veículo propicia que a IVECO amplie a participação de mercado com a já consagrada competitividade da linha Tector", afirma Marco Borba, vice-presidente da IVECO para a América Latina. A categoria de semipesados representa 27% do mercado brasileiro de caminhões. Em 2016, o mercado de veículos comerciais com câmbio automatizado foi de 20% do total dos segmentos 6x2 e 8x2.

Foi no Complexo Industrial da IVECO, em Sete Lagoas (MG), que nasceu o Tector Auto-Shift. O novo produto da montadora, que completa 20 anos no Brasil em 2017, foi projetado para maximizar a operação, aumentando o conforto do motorista. Ele faz isso graças à sua avançada transmissão, que evita possíveis erros nas trocas de marcha, que poderiam ocasionar custos adicionais com combustível ou com o desgaste prematuro de componentes.

Ricardo Barion, diretor de Marketing da IVECO para a América Latina, destaca que o Tector circula entre os médios e semipesados, e é perfeito para aqueles que buscam eficiência em transporte, com conforto, economia e produtividade. "Os novos modelos Auto-Shift, com câmbio automatizado e motor N67, dão conta de entregas comerciais menores até operações fora-de-estrada, e atendem os clientes que costumam passar muito tempo dentro do caminhão, uma vez que um motorista chega a fazer de 400 a 800 trocas de marchas por dia, dependendo da aplicação."

Destaque ainda para o pós-venda. Os clientes têm à disposição um plano de manutenção competitivo. Na principal fatia do mercado deste produto (6x2 rodoviário), por exemplo, ele é 18 % mais barato do que a concorrência. A IVECO oferece ainda a revisão com preço fixo para os dois primeiros anos do veiculo, com valores em média 11% abaixo dos concorrentes.

"O Tector Auto-Shift é a melhor solução de veículo automatizado do segmento de semipesados. Desenvolvemos características exclusivas para oferecer performance, redução de custos e conforto ao motorista. Temos certeza de que será rapidamente reconhecido pelo mercado”, completa Barion.

A linha Tector Auto-Shift está disponível em toda a rede da IVECO, que conta com 67 parceiros entre concessionárias e pontos de atendimento, estrategicamente distribuídos pelo país.

O Tector Auto-Shift foi submetido a 63 simulações e testes funcionais, rodando mais de 350 mil quilômetros para avaliações, oferecendo ao mercado uma opção de caminhão que une a durabilidade ao custo operacional. As avaliações foram feitas no Campo de Provas da IVECO, o primeiro do segmento na América Latina, e em trechos percorridos em rodovias, serras, vias urbanas, com e sem pavimentação, que colocaram à prova a resistência estrutural do veículo e o desempenho da transmissão Eaton.

O conjunto foi preparado para aproveitar o melhor da transmissão, que tem 10 marchas, aproveitando bem o desempenho do motor, além de possuir uma “super reduzida”, que garante tranquilidade ao motorista para arrancar em situações adversas, mesmo com o caminhão carregado.

Modos exclusivos


A IVECO ouviu os caminhoneiros e desenvolveu modos exclusivos para o Tector Auto-Shift, que aumentam a eficiência e a segurança da rodagem em diferentes operações:

- Pedal do acelerador otimizado: Foi desenvolvido um pedal de acelerador progressivo permitindo que o motorista encontre facilmente a melhor zona de torque de motor – proporcionando então uma condução mais econômica. Esse recurso é útil, especialmente em subidas.

- Down Hill: Numa condição de descida suave, sem o uso de freios, o veículo engrena a 10ª marcha automaticamente, mesmo que o motorista não pressione o pedal do acelerador. Isso proporciona mais segurança e redução do consumo de combustível.

- Power Auto: É uma espécie de botão “sport”, que permite o veículo aumentar sua velocidade. Esta função é habilitada quando o motorista aciona o botão lateral da alavanca de troca de marchas por três segundos, mudando o tempo de troca de marchas pra chegar o mais rápido possível a 2.500 rpm. Após um minuto a função desabilita automaticamente, possibilitando redução no consumo de combustível.

- Auto Coast: Em condições de descida leve ou em trecho plano, quando o veículo estiver diminuindo sua velocidade e reduzindo as marchas, ao chegar na 5ª marcha a transmissão aciona automaticamente a embreagem deixando o veículo desenvolver de forma segura e confortável para transpor um obstáculo como um quebra-molas, por exemplo. Logo após passar por ele, ao retomar a velocidade do veículo, a marcha correta será acionada sem prejuízos para a performance.

O Tector Auto-Shift conta também com outros recursos

- Kick Down: que ao pisar fundo no acelerador, a transmissão reduz uma marcha aumentando o giro do motor.

- Skip Gear: dependendo da carga, velocidade e inclinação da pista, o veículo faz trocas fora da sequencia convencional.

- Hill Holder: assistente de partida em rampa que mantém o veículo parado por 3s, facilitando o engate da primeira marcha - transição de tirar o pé do freio para o acelerador.

- ASR: em condições de baixa aderência o sistema controla as rodas evitando que elas girem em falso.

- Modo Manobra: basta que o motorista pressione um pouco o acelerador para o veículo começar a se movimentar com velocidade baixa e constante, sem trancos – útil em diversas aplicações, como doca e posto de combustível.

Motor

Um dos principais diferenciais da nova versão do Tector está na integração entre o câmbio automatizado e o motor N67, da FPT Industrial. Com seis cilindros, 300 cv de potência máxima e 1050 NM de torque máximo, o propulsor passou por nova calibração que permite trocas de marchas 60% mais rápidas. Isso evita queda nas quedas de rotações, o que melhora o desempenho e a média de consumo.

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IVECO
PÁGINA 1 COMUNICAÇÃO

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terça-feira, 15 de agosto de 2017

CONVERSA DE PISTA.
Por Wagner Gonzalez*

Pasteurização à vista

O Cosworth 4WD: F-1 com tração integral Foto: Cosworrth

Regulamento da F1 poderá impor padronização
Suspensão é o sistema mais vulnerável
Brawn é contra volta do V12


Ainda restam três temporadas inteiras para caducar o atual regulamento técnico da Fórmula 1 mas, ao contrário do que é comum neste país ao sul do Equador, o assunto já é debatido com seriedade e foco para evitar contratempos. Apesar da discussão focar no futuro, ironicamente a época dos kit-cars de 1970 poderá ter um revival em função da demanda por custos mais baixos e facilitar a entrada de novos “players” no negócio F-1. Entre os nomes mais propensos a defender essa causa está ninguém menos que Ross Brawn, o diretor esportivo do Formula One Group (FOG), atual controlador da categoria.

A exemplo do que ocorre em tantas partes do mundo, existe a possibilidade da F-1 dar uns poucos passos marcantes em direção a um ambiente monomarca. Não se vislumbra, por ora, cenários como a F-Indy ou como a cada vez mais asséptica Stock-Car brasileira, algo que causaria uma epidemia de brotoeja em entusiastas de carteirinha. Afinal, trata-se de uma legião que aprendeu a gostar da categoria que apresentou ao mundo invenções como o carro asa, o comando de válvulas com acionamento pneumático e o chassi em fibra de carbono, isso para citar apenas três criações que se consagraram nestas bandas. Da mesma forma, a padronização de itens já marcou época na década de 1970, quando equipamentos como freios Girling, amortecedores Koni, câmbio Hewland e o motor Ford Cosworth criaram condições para que inúmeros pilotos e milionários se aventurassem com maior ou menor sucesso frente a construtores como a Ferrari.

O Lancia D50 venceu em Porto Alegre e em São Paulo (Lancia)O conforto do motorista vem à frente. Foto: Patrick Neve.

Conforto do motorista vem à frente. Foto: Patrick Neve.

Desde que deixou de usar os carros da Alfa Romeo a Scuderia sempre se manteve fiel à tradição de construir inteiramente seus carros, exceção feita a 1956, quando a casa de Maranello disputou a temporada usando o Lancia D50 projetado por Vittorio Jano e construído pela marca fundada por Vincenzo Lancia e Claudio Fogolin.

Primeiro modelo de F-1 construído por Parnelli Jones. Foto: Flickr.

Após uma década de concorrência forte e variada na qual Maranello celebrou três títulos de pilotos – 1975 e 1977 com Niki Lauda e 1979 com Jody Scheckter;  a diversidade de propostas e carrocerias coloridas que surgiu dos garagistas jamais voltou a se repetir.

O Trojan T103, um dos muitos carros ingleses dos anos 1970. Foto: Flickr.

Ao lado do icônico e longevo Lotus 72, que teve uma vida quase tão longa quanto o Maserati 250F, apareceram projetos obscuros como o o estadunidense Parnelli VPJ4 , o inglês Trojan T103, o japonês Maki F 101 e até mesmo o Tecno PA123, criação dos irmãos Pederzani, que tentaram honrar as origens itálicas e construíram um motor boxer de 12 cilindros para o Tecno PA 123.

A Tecno não conseguiu repetir na F-1 o sucesso que obteve na F-2 e na F-3. Foto: Tecno.

As loucuras não pararam por aí: houve até frustradas tentativas de lançar carros de tração nas quatro rodas, como o Cosworth 4WD e as inusitadas propostas de modelos com dois eixos dianteiros (Tyrrell P-34, de relativo ) ou traseiros , caso do Williams FW08B, este no início da década de 1980.

A Williams tentou inovar com quatro rodas de tração na traseira, a FIA vetou a ideia. Foto: Williams.

A nova onda de padronização certamente será menos colorida e criativa: os regulamentos são cada vez mais restritos e o risco financeiro é bem maior. Não custa lembrar que nos anos 1970 até mesmo um jornalista, o neozelandês Eoin Young (1939-2014) conseguiu ser proprietário de um carro de F-1…  Existe sim a chance de que a própria Cosworth volte a fabricar motores para pequenos construtores; há tempos que essa possibilidade é ventilada, sendo que desta vez a direção da empresa admitiu que a chance agora é real e depende apenas da FIA impor um limite de custos.

No início desta temporada Ross Brawn levantou a questão da importância que alguns projetistas dão a alguns aspectos e que, segundo ele, não justificam o investimento:

Ross Brawn: visão de engenheiro eficiente para conter custos na F-1. Foto: SkySports.

“É o caso das suspensões. No começo da temporada houve muita controvérsia sobre o assunto: ninguém entendia direito as propostas adotadas e gastavam-se milhões em um item sem qualquer poder de seduzir os fãs. Seria isso um jeito interessante de gastar dinheiro?”.

Brawn entende que é possível padronizar sistemas de suspensão e outros subsistemas para diminuir custos. Não se pode dizer que ele enxerga apenas um lado da moeda: uma de suas mais importantes, senão a mais importante, do seu currículo, foi ressuscitar a equipe Honda quando o fabricante japonês decidiu abandonar a F-1 em 2009. Mesmo sem patrocínio ele dominou a temporada, levando Jenson Button ao título. Rubens Barrichello, o outro piloto da sua equipe, ficou em terceiro no campeonato.

Quanto ao motor, tudo indica que Brawn e alguns construtores estão inclinados a adotar um sistema híbrido mais simples, onde o recuperador de energia térmica será abandonado. A volta dos V-8 e V-12 só deverá ser lembrada, e mesmo assim bem de leve, pelo som dos novos motores: equipes e construtores já se deram conta que, apesar do politicamente correto que cada nos aflige mais, o barulho ainda é um componente importante para garantir a sobrevivência da F-1.





* Wagner Gonzalez é jornalista especializado em automobilismo de competição, acompanhou mais de 350 grandes prêmios de F-1 em quase duas décadas vivendo na Europa. Lá, trabalhou para a BBC World Service, O Estado de S. Paulo, Sport Nippon, Telefe TV, Zero Hora, além de ter atuado na Comissão de Imprensa da FIA. Atualmente é diretor de redação do site www.motoresclassicos.com.brTwitter: @motclassicosFale com o Wagner Gonzalez: wagner@beepress.com.br.


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MAN LATIN AMERICA EXPÕE O PRIMEIRO CAMINHÃO LEVE AUTOMATIZADO.


O VW Delivery 13.160 com transmissão automatizada é o grande destaque na Agenda Confenar, evento da Confederação Nacional das Revendas Ambev e das Empresas de Logística da Distribuição, que está sendo realizado no Hotel Windsor Oceânico, Rio de Janeiro (RJ). Tendência na indústria de automóveis e de veículos pesados, a transmissão automatizada já está em testes com frotistas no mercado de caminhões leves.

Montadora com o maior portfólio de automatizados para o transporte de cargas no país, a MAN Latin America conta com 17 modelos com essa configuração para garantir ao cliente conforto e segurança, com uma relação custo-benefício diferenciada.

O Delivery 13.160 é o caminhão leve com a maior carga útil do mercado com PBT de 13,2 toneladas e já vem com terceiro eixo de fábrica, com garantia Volkswagen e financiável pelo Finame.  Em sua configuração com transmissão automatizada, o modelo conta com a caixa ZF 6AS 1000 TO de seis velocidades, muito eficiente para sua operação.

O caminhão oferece flexibilidade para diversas aplicações, atendendo inclusive aos requerimentos da legislação de veículo urbano de carga (VUC), em São Paulo, com entre-eixo de 3.300 mm.  O Delivery se destaca ainda por seu robusto sistema de freios para maior segurança, com ABS, EBD e a função de controle automático de tração (ATC), além do EasyStart que auxilia a partida em rampa.

Neste ano a Convenção Nacional trará conteúdos alinhados com Excelência Operacional, Gestão Eficiente de Custos e Ganhos de Produtividade constantes e focará também as estratégias preparando ações para o último quadrimestre e um verão de muitas conquistas e oportunidades.
 
Comunicação MAN Latin America.

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CHEVROLET PREPARA CHEGADA DE SUA VERSÃO DE ACABAMENTO PREMIUM AO BRASIL.


O Equinox chega nos próximos meses para revolucionar o segmento dos SUVs de médio porte. Além do moderno motor 2.0 turbo de 262 cavalos de potência, o modelo da Chevrolet contará com conteúdo inédito e acabamento premium.

“Será a estreia no mercado brasileiro da versão Premier, a mais sofisticada da linha Chevrolet. Ela é caracterizada pela ampla aplicação de materiais nobres, itens de alta tecnologia e alto nível de refinamento interno e externo do veículo”, explica Gabriela Belini, gerente de Design da GM.

A versão Premier já está disponível na nova geração de veículos de passeio da marca Chevrolet nos Estados Unidos. Um logo específico na tampa traseira identifica os automóveis nesta configuração.

Elegante

No caso do Equinox Premier, os bancos de figurino elegante são revestidos com material e acabamento especiais, como couro perfurado e as costuras duplas. O painel, também revestido, segue o mesmo requinte de execução. Acabamentos “soft touch” aplicados em outas áreas de contato, como os apoios de braço laterais e centrais e painéis de portas, proporcionam sofisticação e maior conforto.

Os dois tons aplicados no interior do veículo, Preto Jet Black e Cinza Medium Ash Gray, enfatizam as formas e superfícies principais.

O painel conta peças decoradas com metalização acetinada. Isso, por exemplo, nas saídas de ar, nas molduras do quadro de instrumentos, no console e no volante, revestido em couro.

O assento do motorista possui regulagem elétrica com memórias, enquanto o sistema de áudio traz alto-falantes de alta definição da marca Bose.

O ar-condicionado oferece opção de temperatura diferente para os ocupantes dianteiros, dutos traseiros e a possibilidade de acionamento remoto com a ignição para que a cabine inicie seu processo de refrigeração antes mesmo do embarque dos passageiros.


Frenagem automática de emergência; alertas sensorial, luminoso e sonoro de colisão; assistente de permanência na faixa e de estacionamento; alerta de ponto cego; tampa do porta-malas com acionamento elétrico por sensor de movimento e tecnologia de carregamento wireless de smartphones são outros recursos presentes no Equinox Premier, que será ofertado em pacote único.

Por fora, destacam-se os faróis Full LED inteligentes e o teto solar panorâmico com acionamento elétrico, enquanto as rodas de 19 polegadas trazem design único e face com acabamento diamantado. O mesmo efeito cromado se aplica nos insertos dos para-choques e nas duas ponteiras aparentes do escapamento -uma em cada lado do veículo.

O SUV vem equipado com o mesmo motor 2.0 com injeção direta do Camaro turbo norte-americano. No Equinox, ele entrega 262 cavalos e é acoplado a uma transmissão automática de nove marchas. A tração é integral do tipo AWD (All Wheel Drive).

O Equinox Premier estreia no início do último trimestre de 2017.

GM Mercosul.

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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

VOLKSWAGEN ANUNCIA INVESTIMENTO DE R$ 2,6 BILHÕES PARA O DESENVOLVIMENTO E PRODUÇÃO DO NOVO POLO E VIRTUS EM SUA UNIDADE ANCHIETA.

A notícia foi divulgada nesta segunda-feira (14) em evento realizado na unidade de São Bernardo do Campo (SP), com a participação de autoridades – o Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin; o Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira; o Prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando; o Cônsul da Alemanha em São Paulo, Axel Zeidler, entre outros –, além de empregados, jornalistas, fãs da marca, concessionários e fornecedores.

Para receber o Polo, que será lançado no último trimestre de 2017, e o Virtus, sedã programado para o primeiro trimestre de 2018, ambos desenvolvidos com a Estratégia Modular MQB, a Volkswagen está investindo no desenvolvimento dos produtos e na modernização da fábrica Anchieta, para o novo sistema de produção, mais de R$ 2,6 bilhões. Parte do cronograma de investimentos da empresa no Brasil, até 2020, de R$ 7 bilhões, o aporte de R$ 2,6 bilhões contempla o desenvolvimento, a modernização da manufatura, testes de certificação e validação do produto, desenvolvimento local de peças, qualificação de pessoal, além de ações para o lançamento dos modelos no Brasil.

“A Volkswagen do Brasil está investindo R$ 2,6 bilhões para o desenvolvimento e a fabricação do Novo Polo e do Virtus no Brasil. A chegada dessas novidades, em linha com o que há de melhor no mundo e atendendo as necessidades dos consumidores da América do Sul, faz parte da construção de uma nova Volkswagen. E essa evolução já está ocorrendo! 2017 marcará a virada de página da Volkswagen do Brasil! A Volkswagen está se reinventando com diversas ações que construirão esta nova marca, com uma nova mentalidade, com muito mais energia e ainda mais alinhada com as expectativas dos nossos clientes”, diz David Powels, presidente e CEO da Volkswagen do Brasil e América do Sul (SAM).

A Volkswagen do Brasil está se preparando para a maior ofensiva de produtos em sua história e trabalha no sentido de ser mais rápida, mais enxuta e mais eficiente. Essa semana as linhas de montagem da fábrica Anchieta iniciaram a produção do Novo Polo.

O Novo Polo chega para atender a um cliente que busca muito mais que mobilidade e quer também design, inovação, alta performance e segurança, pontos os quais o modelo terá diferenciais premium em sua categoria.

Desenvolvimento dos produtos e Modernização da fábrica Anchieta


Os investimentos contemplam as adaptações realizadas no modelo para as normas e os combustíveis locais, além das condições de ruas e estradas brasileiras. Um exemplo é que o Novo Polo brasileiro contará com uma suspensão 20 mm mais alta que o modelo europeu, proporcionando maior vão livre em relação ao solo. O acerto de suspensão foi feito para as condições brasileiras, trazendo mais conforto e segurança. O modelo fabricado na Anchieta também contará com design frontal exclusivo, que é resultado de clínicas realizadas com clientes brasileiros.



Para a produção do Novo Polo, também são utilizados aços de alta resistência, de ultra alta resistência e aços formados a quente, além de uma família de motores com bloco em alumínio, que proporcionam alta rigidez torcional, menor peso do veículo e, consequentemente, menor consumo de combustível.

O montante também contempla inovações em todas as etapas produtivas da fábrica: 
- a estamparia, onde as chapas de aço são moldadas, recebeu 214 novas ferramentas;
- a armação, onde as peças são unidas, formando as carrocerias, ganhou 373 robôs de última geração, mais rápidos, precisos e eficientes, assim como equipamentos de solda a laser, que fazem a união das peças por meio de um feixe de luz;,
- a pintura foi reprogramada e customizada para receber as novas cores que acompanharão o modelo, além de um equipamento de aplicação de cera nas cavidades, garantindo uma proteção extra contra corrosão;
- na montagem final, onde o carro recebe todos os componentes mecânicos e elétricos, foi implementado um novo Fahrwerk – onde é feita a união da parte motriz do veículo (motor, transmissão e suspensão) com a carroceria. 

O investimento também abrange uma completa modernização na área de planejamento, infraestrutura, TI e logística, com foco na aplicação de inovações da Indústria 4.0.

“Com o Novo Polo e o Virtus, a fábrica Anchieta torna sua produção ainda mais tecnológica e dá mais um passo em direção à implementação de conceitos de Indústria 4.0, que cria fábricas inteligentes, conectadas e flexíveis, tendo a produtividade como um dos principais resultados”, destaca o vice-presidente de Operações da Volkswagen do Brasil e América do Sul (SAM), António Pires.

60 anos do primeiro modelo produzido na fábrica Anchieta

Era uma segunda-feira, 2 de setembro de 1957. Saía da linha de montagem da recém-construída fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo, o primeiro modelo da Volkswagen produzido no Brasil. Com um índice de nacionalização de 50% (atingiria 95% em 1961), a primeira Kombi era apresentada oficialmente. Era o momento que a empresa deixava de ser apenas uma montadora de veículos que vinham em CKD, desmontados, para ser uma fabricante de veículos.

A Kombi, de 1957, tinha como tarefa rodar um País ainda com infraestrutura rodoviária precária e atender um consumidor que precisava de mobilidade para vencer os desafios que começavam pelo tamanho continental do Brasil.

“É um momento de felizes coincidências. Sessenta anos depois, estamos iniciando na Anchieta a produção de um modelo que representa justamente o nascimento de uma Nova Volkswagen”, completa Powels.

A grandiosidade da fábrica Anchieta


Primeira fábrica da Volkswagen fora da Alemanha, a Anchieta é a maior unidade produtiva da Volkswagen do Brasil, com área total de 1,6 milhão m2. Responsável pela produção de alguns dos maiores sucessos da marca no País, fabricou mais de 13,5 milhões de veículos em sua história. A Kombi, primeiro modelo produzido na fábrica, chegou à marca de 1,5 milhão de unidades; já o Fusca, ícone nacional, ultrapassou as 3 milhões de unidades produzidas apenas em São Bernardo do Campo. Desde 1954 até hoje, a fábrica Anchieta empregou aproximadamente 165 mil pessoas. Atualmente, a fábrica é responsável pela produção do Novo Polo e de todas as versões da picape Saveiro.

MQB


O Novo Polo e o Virtus são fabricados dentro do mais moderno conceito do Grupo Volkswagen, a estratégia modular MQB (Matriz Modular Transversal), que é uma nova arquitetura para a produção de veículos, já aplicada em modelos globais como o Passat e o Golf. O conceito consiste na padronização do processo de manufatura nas fábricas do Grupo, estabelecendo, por exemplo, a mesma sequência de montagem e proporcionando como grande vantagem a redução do tempo de produção dos veículos, além de garantir flexibilidade na produção.

A MQB também permite compartilhar a base estrutural para o desenvolvimento de veículos de diferentes segmentos, gerando sinergia para todas as classes de automóveis. Essa base foi desenvolvida seguindo preceitos de baixo peso, utilizando aços de alta resistência que permitem aumentar a segurança e reduzir o peso total do veículo, o que colabora para a redução do consumo de combustível. A combinação de dimensões padronizadas e variáveis, outro benefício da MQB, reduz significativamente a complexidade da produção de um veículo, gerando substanciais ganhos no processo produtivo e economia de escala.

Volkswagen do Brasil
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RENAULT LOGAN GANHA SÉRIE LIMITADA EXPRESSION AVANTAGE.


O Renault Logan aumenta sua gama com a chegada da série limitada Expression Avantage, que vem em duas versões: 1.0 e 1.6, com os novos motores SCe, que proporcionam economia e prazer ao dirigir.

O Logan Expression Avantage já vem equipado de série com o sistema multimídia Media Nav Evolution, sensor de estacionamento e câmera de ré,  rodas em liga leve de 15 polegadas, além de vidros traseiros elétricos e retrovisores elétricos com repetidores. Visualmente, a diferença fica por conta das rodas com acabamento dark metallic.

Limitada a 6.000 unidades, a série limitada Expression Avantage tem preço sugerido de R$ 51.200 com motor 1.0 SCe e R$ 57.400 com motor 1.6 SCe.. Na ponta do lápis, isso significa uma economia de R$ 750, caso o cliente comprasse esses mesmos itens de série como opcionais. 

Renault do Brasil.

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