sexta-feira, 25 de maio de 2018

MARCOPOLO SUSPENDERÁ ATIVIDADES ENTRE OS DIAS 28 DE MAIO E 1º DE JUNHO.


A Marcopolo informa que suspenderá as atividades em suas unidades fabris no Brasil de 28 de maio a 1º de junho. A paralisação da produção na próxima semana foi aprovada após votação dos colaboradores realizada ontem, quinta-feira, 24 de maio. A medida fez-se necessária em virtude do desabastecimento de suas linhas de produção em decorrência da paralisação dos caminhoneiros em todo o território nacional.

Para cumprir o compromisso de entregas aos clientes haverá compensação das horas conforme alinhamento realizado com o Sindicato dos Metalúrgicos. A empresa seguirá acompanhando a evolução do tema e caso haja possibilidade de retorno antecipado os colaboradores serão informados.

Secco Consultoria de Comunicação.

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PROMETEON HOMENAGEIA 50 ANOS DE DÉBORA RODRIGUES NA COPA TRUCK.


A Prometeon (ex-Pirelli industrial), preparou uma homenagem para Débora Rodrigues, piloto da Copa Truck, em comemoração aos seus 50 anos. Um boné comemorativo na cor rosa, criado com exclusividade para a data, que ela usará durante a etapa de Interlagos e outro para Débora presentear um dos seus milhares de fãs, durante a corrida que acontecerá neste domingo. 

A piloto foi presenteada ainda com um pneu FR:01, usado na Copa Truck, com as letras que formam a marca Pirelli, na cor rosa, que também estará presente nos pneus em seu caminhão na etapa.

Após receber o presente, Débora Rodrigues, ressaltou: “é muito importante ter o reconhecimento de uma empresa como a Prometeon. É uma honra receber este presente, tanto o boné que eu gostei muito e vou poder entregar um igual ao meu para um fã, como também a possibilidade de competir com os pneus na cor rosa”.

“Ficamos muito felizes por homenagear a Débora, um piloto que leva a Copa Truck e a nossa marca sempre com alegria e enorme empatia com seu público e os fãs da categoria. Estamos todos torcendo por uma grande festa neste fim de semana em Interlagos”, disse Ana Claudia Pugina, Diretora de Marketing para pneus de Truck da Prometeon do Brasil.

CHEVROLET ONIX FICA AINDA MAIS COMPLETO E ATRATIVO NA LINHA 2019.

Onix LTZ

Líder absoluto na preferência do brasileiro há três anos consecutivos e os sucessivos recordes de vendas no mercado levam muitos a questionar qual o grande segredo do sucesso do Chevrolet Onix.


Para o fabricante, a explicação está na inovação. “O Onix é o carro mais admirado do segmento por melhor atender este consumidor conectado dos dias de hoje, oferecendo um conjunto imbatível de design, tecnologia e eficiência energética. Isso em versões específicas para cada perfil de usuário”, diz Hermann Mahnke, diretor de Marketing da Chevrolet.

Na linha 2019, o Novo Onix se reforça nos quesitos mais valorizados pelos clientes para ficar ainda mais completo em relação a conforto e segurança. O modelo da Chevrolet ganha também acabamentos externos e internos que o deixam mais atrativo visualmente.

As evoluções abrangem inicialmente as versões LT (1.0 MT6 e 1.4 MT6/AT6), Advantage (1.4 AT6), Effect (1.4 MT6), LTZ (1.4 MT6/AT6) e Activ (1.4 MT6/AT6), cada qual com uma estratégia pensada para seu público-alvo.

As alterações tiveram como base sugestões colhidas em clínicas com consumidores, sendo a última delas durante o Onix Day promovido pelo Lollapalooza, em março. “Conceitos com estas características enfim reunidas foram exibidos durante o festival de música e a aceitação foi extremamente positiva, o que nos deixa muito confiante”, conta Hermann.

Mais sofisticados


Um dos itens externos que mais chamou a atenção do consumidor nas clínicas foram as rodas aro 15 em preto brilhante de aparência esportiva. Elas passam a incorporar a partir de então o Onix Effect e o Onix Activ, em sintonia com os retrovisores e o adesivo de coluna em mesmo tom.

Onix Activ

O modelo aventureiro ganha ainda uma opção de acabamento interior com apelo mais urbano, ressaltado pela nova cor de destaque, o cinza Dark Galvanized, aplicada aos incertos centrais do painel e das portas. Os revestimentos de bancos seguem o mesmo padrão escurecido e recebem detalhes com a nova cor.

Em contrapartida, o vibrante interior com detalhes cítricos continua à disposição, mas apenas quando a carroceria for coberta pelo laranja Burning.

Os faróis passam a contar com lâmpadas do tipo Blue Vision, para melhor visibilidade e conforto visual ao dirigir - a tecnologia é extensiva às versões LTZ e Effect, que ganham ainda novos revestimentos para os bancos, em material premium nas áreas de contato, para melhor conforto dos ocupantes e para a criação de uma atmosfera mais moderna e tecnológica.

Seguindo os passos da versão aventureira, as demais configurações com multimídia MyLink passam a trazer a câmera de ré, independentemente do tipo de motorização. Esta é outra característica presente no Onix comum em veículos de categoria superior.


Entre as novidades válidas para toda a gama estão o assento traseiro central com apoio de cabeça e cinto de segurança três pontos além do sistema de iluminação do quadro de instrumentos e demais comandos da cabine em LED branco - igual ao do Chevrolet Cruze. O intuito é proporcionar sensação elevada de sofisticação a bordo.

Além do amplo espaço para os passageiros traseiros, o usuário do Onix elogia o comprometimento da Chevrolet com a constante evolução do produto e de seus serviços, refletindo no prestígio do carro no mercado. Tanto que o produto vem sendo ano após ano o modelo de maior valor de revenda da categoria.

“O Onix é um fenômeno como conceito e sempre ditou tendências. A linha 2019 do modelo reforça os quesitos mais valorizados pelo consumidor com elementos que realmente agregam valor na percepção do usuário”, observa Kleusner Lopes, diretor de Vendas da GM.

O novo acabamento interno das versões LT e Advantage impressiona pela escolha dos materiais, pelo capricho dos detalhes, criando uma sensação no usuário que ele não costuma ter em configurações de entrada da concorrência.

Bancos com revestimento híbrido que combina material premium e tecido, com destaque para gráfico estilizado em alto relevo. Computador de bordo e volante com controle do sistema de áudio também são outras tecnologias presentes em toda a gama.

A configuração LT 1.0 com multimídia Mylink, além da câmera de ré, ganha também os retrovisores externos com ajuste elétrico e nova moldura do console da alavanca do câmbio de seis marchas; enquanto a configuração LT com motor 1.4 adiciona roda de alumínio aro 15 com acabamento exclusivo e grade com moldura cromada.

Independentemente da versão, o Onix já oferecia uma lista completa de itens de comodidade e segurança, como direção com assistência elétrica, ar-condicionado, bancos e cinto do motorista com regulagem de altura, travas e vidros elétricos com controle remoto, sistema de monitoramento da pressão dos pneus, alerta de mudança de marcha, sistema Isofix e Top Tether para fixação de cadeirinhas infantis.

O Onix se destaca também pelo desempenho e eficiência energética acima da média do segmento tanto na configuração 1.0 ECO (até 80 cv) com transmissão manual de seis marchas, quanto na configuração equipada com motorização 1.4 ECO (até 106 cv) com transmissão manual ou automática de seis marchas.

quinta-feira, 24 de maio de 2018

VOLKSWAGEN CAMINHÕES APRESENTA CONSTELLATION 24.260 COMPACTOR E AMPLIA LINHA DE COLETA DE RESÍDUOS.

Líder no segmento há mais de cinco anos consecutivos, fabricante tem o maior portfólio destinado à limpeza urbana.


Um estreante de peso acaba de chegar à família de vocacionais da VW Caminhões: o Constellation 24.260 Compactor. O modelo traz ainda mais robustez às operações de limpeza urbana, com o 3º eixo pusher, que não perde a tração mesmo em vias de difícil acesso, topografia acidentada e muitos aclives. O modelo é equipado ainda com caixa compactadora de 19m³, que potencializa o transporte de resíduos a cada viagem.

Os caminhões Volkswagen lideram há mais de cinco anos consecutivos o segmento de coleta de resíduos. Apenas no ano passado, mais de 40% das vendas para essa operação em todo o país foram de modelos VW.

A motorização é destaque: com 256 cavalos de potência e torque de 900 Nm, o propulsor MAN D08 traz a confiabilidade e robustez consagradas no mercado, além da tecnologia EGR, que também está entre as exclusividades dos caminhões Volkswagen no mercado de coleta de resíduos e agrega benefícios à aplicação.

Além da redução no custo operacional por não requerer o abastecimento com Arla 32, proporciona um melhor aproveitamento do espaço no chassi, sem interferir no encarroçamento, e não agrega peso significativo ao veículo. Há ainda a opção de tomada Repto para compactação de cargas em movimento.

A linha de caminhões Volkswagen Compactor conta ainda com itens específicos para a aplicação de coleta de resíduos, tais como banco para três passageiros, manetim para partida em rampa, espelhos retrovisores de duplo foco, espelho auxiliar de manobra, escapamento vertical e para-choque curto e reforçado, além da opção da transmissão automática. A linha Compactor também oferece o chicote elétrico para cargas adicionais já instalado de fábrica, facilitando e agilizando a instalação do implemento.

“A família Compactor oferece, além do maior portfólio do mercado, a maior variedade de características possíveis na configuração de cada modelo. Assim, o cliente tem à disposição veículos sob medida, levando-se em conta as especificidades desse nicho”, afirma Andria Giusti, engenheira de Marketing do Produto da MAN Latin America.

MAN Latin America.

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ALTA RODA.
Por Fernando Calmon*

REDONDAMENTE ENGANADO


O futuro da indústria automobilística aponta, ninguém sabe com certeza em que ritmo, para a tração elétrica e avanço das tecnologias de condução autônoma. É uma aposta industrial e de infraestrutura caríssima, sujeita a altos riscos econômicos e de difícil implantação fora de países ricos ou superpopulosos como a China e, eventualmente, a Índia. Pular a etapa racional dos híbridos pode se tornar um erro grave, talvez tarde demais para reverter.

No entanto, automóveis continuarão a existir e para rodar vão continuar precisando de pneus. Esses são o único e estreito vínculo entre o veículo e o solo. Os fabricantes desses produtos de borracha estão de longe de atuar com indiferença sobre os cenários que se apresentam nas próximas décadas.

Uma das apostas mais ousadas é o pneu esférico da americana Goodyear, Eagle 360 Urban, que dispensa rodas. Um exercício de ficção científica com uma espécie de pele biônica na superfície de rodagem, nunca fura, utiliza inteligência artificial e pode levitar magneticamente em uma estrada especialmente construída para ele. Nem a empresa consegue fazer previsão de quando se tornará realidade.



Os desafios para carros elétricos também não são poucos. Os pneus precisam de um rodar silencioso. Mesmo com dimensões mais estreitas devem compensar o desgaste extra pelo peso das baterias e torque instantâneo do motor que proporciona acelerações fortes.

De qualquer forma a evolução terá que vir também para os carros atuais. Foi motivo de análise aprofundada pelo site inglês www.just-auto.com do qual este colunista é correspondente. Primeira preocupação é diminuir peso. A japonesa Yokohama trabalha para reduzir massa em 25%.

Cada pneu de automóvel exige 40 litros de petróleo para ser produzido. É possível economizar ao usar de óleo de soja na composição da borracha. A francesa Michelin desenvolve uma roda flexível capaz de se deformar e evitar que o pneu esvazie ao passar por buracos de DNA brasileiro, sonho de consumo por aqui.

Muito interessante é a proposta da alemã Continental. Câmeras rastreiam o spray de água em pista molhada e, com ajuda de outros parâmetros, antecipa o risco de aquaplanagem. Interage, então, com controles eletrônicos para diminuir a velocidade, resolvendo um dos maiores problemas de um veículo com direção autônoma e mesmo de motoristas comuns.
Italiana Pirelli promete, no final deste ano, introduzir a troca de informações em tempo real entre pneus e a eletrônica de bordo, em particular com Sistemas de Assistência Avançada ao Motorista (ADAS, na sigla em inglês).

E que tal um pneu que “respira” e limpa o ar em torno dele? Pois a Goodyear propõe exatamente isso. Desenvolveu um protótipo de um não pneumático com estrutura aberta que aumenta a aderência ao absorver água da pavimentação molhada. Na lateral existem musgos capazes de utilizar umidade e iniciar um processo de fotossíntese absorvendo CO2 e devolvendo oxigênio para a atmosfera.

Portanto, de onde menos se espera, brota alta tecnologia. Mesmo de uma estrutura circular, de cor negra e que aparentemente nada agrega. Quem pensava assim estava redondamente enganado, nos dois sentidos do termo.


RODA VIVA


HONDA abriu a “porteira” para crossovers derivados de hatches com o WR-V, em março de 2017. Fórmula simples: maior altura de rodagem, mudanças estéticas na frente e traseira, penduricalhos de sempre. Primeiro seguidor, Ka Freestyle, chega em julho. Volkswagen não confirma, mas deve lançar no próximo ano o T-Track (nome provisório) com base no Polo.

OUTRO sinal positivo de recuperação sustentável do mercado interno de veículos veio da ampliação em 27,6% do crédito liberado para financiamentos (incluído leasing), em relação ao primeiro trimestre do ano passado. O dado ruim: apesar de nível da inadimplência perto da mínima histórica os bancos ainda estão bem seletivos. Mais de 40% das propostas são recusadas.

FIM do Inovar-Auto e do super IPI voltou a viabilizar importações desde 1º de janeiro. McLaren aproveitou. Seu representante Eurobike acumula grande experiência em automóveis caros. Já em 2019 espera vender 24 unidades. A marca inglesa, claro, enfrenta Ferrari e Lamborghini. Cupê 570S começa em R$ 1,9 milhão e o 720S vai a R$ 3,1 milhões.

NOVAS placas de veículos do Mercosul adiadas, de novo, para dezembro próximo. Planejamento agora está correto: carros novos e os que trocam de proprietário ou cidade. Identificação mais segura; conjunto de quatro letras e três números permite mais de 200 milhões de combinações. Fabricantes de veículos se queixam de dimensões impróprias: não foram consultados.

TESLA continua a enfrentar grandes dificuldades industriais para deslanchar seu modelo elétrico de porte médio, em Fremont, Califórnia. O dono e bilionário, Elon Musk, pensava que fábrica de automóveis era mina de ouro e descobriu mina de problemas. Mais fácil produzir foguetes. Parafraseando o ditado, está comendo o pão que o diabo, ou melhor, o carro amassou....



* Fernando Calmon - fernando@calmon.jor.br - é jornalista especializado desde 1967. Engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna Alta Roda começou em 1999. É publicada em O Brasil Sobre Rodas, WebMotors, Gazeta Mercantil e também em uma rede nacional de 52 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente para a América do Sul do site Just-auto (Inglaterra). 
Siga: www.twitter.com/fernandocalmon  - www.facebook.com/fernando.calmon2.

METRA REALIZA AÇÃO PARA PREVENIR ACIDENTES NO TRÂNSITO.

Com o objetivo de chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo, a Metra Transportes está realizando neste mês de maio peças teatrais sobre segurança no trânsito e prevenção a acidentes, para divulgar o Maio Amarelo. 


As apresentações acontecem dentro dos trólebus e ônibus da operadora, durante as viagens, de forma rápida e interativa.

"O tema deste ano é 'Nós somos o trânsito!' e se nós somos o trânsito, também temos que cooperar para a redução de acidentes. A Metra mantém um permanente programa de conscientização dos seus funcionários, principalmente os motoristas, responsáveis pela condução de veículos. Além do apoio às campanhas de segurança, desenvolvidas por entidades oficiais e privadas, atuamos continuamente para alertar as pessoas na prevenção de ocorrências e redução do número de acidentes envolvendo pedestres e ciclistas nas vias exclusivas do corredor", explica Maria Beatriz Setti Braga, diretora da Metra.

A Metra tem como objetivo chamar a atenção dos passageiros para o grande número de acidentes que podem ser evitados nos percursos diários e demonstrar que, com atitude cidadã e respeito ao próximo e às normas de trânsito, muitas dessas ocorrências podem ser evitadas. O grupo de teatro da Metra irá mostrar situações, por exemplo, nas quais os pedestres ficam mais vulneráveis, como usando o celular, caminhando e atravessando a rua ou o corredor de forma desatenta. Além das apresentações teatrais, a operadora colocará nos terminais São Mateus, Santo André, Diadema e Jabaquara cartazes com frases de impacto sobre a segurança no trânsito.

A intenção é que cada um repense suas próprias atitudes como pedestre, motorista, motociclista ou ciclista. E este tipo de abordagem, com linguagem mais leve e descontraída, pode auxiliar no processo sem criar constrangimentos e sem a forma rebuscada das palestras convencionais que pouco despertam interesse.

A Metra é uma empresa privada concessionária do Governo do Estado de São Paulo, que iniciou suas atividades em maio de 1997, como operadora exclusiva do Corredor Metropolitano ABD (São Mateus-Jabaquara) e sua extensão (Diadema-Brooklin).

quarta-feira, 23 de maio de 2018

ALIANÇA TURISMO INOVA E RENOVA FROTA COM ÔNIBUS MARCOPOLO PARADISO 1800 DOUBLE DECKER COM 15 METROS.

Modelo proporciona padrão diferenciado de conforto, ergonomia e segurança ao segmento turístico.

A Aliança Turismo, tradicional operador de transportes de passageiros do segmento de turismo do Rio de Janeiro, é a primeira empresa do estado a adquirir um ônibus de 15 metros de comprimento destinado ao segmento de turismo. A companhia escolheu o modelo Marcopolo Paradiso 1800 Double Decker (dois pisos) dentro do programa de renovação de frota.

Segundo Rodrigo Pikussa, diretor do Negócio ônibus da Marcopolo, o conceito de veículos para o segmento rodoviário no Brasil com 15 metros de comprimento já é um sucesso e com uma grande carteira de pedidos. "Desde a introdução desta resolução notamos o crescimento dos negócios fechados com essa nova metragem. O ganho para o operador é muito grande, pois dependendo da configuração interna, podemos incrementar mais uma fileira de bancos que permite o acréscimo de quatro poltronas. Esse conceito foi feito para ficar e se tornar padrão no Brasil, assim como acontece em outros países da América Latina e agora passa a ser aplicado também ao transporte turístico", revela o executivo.

Equipado com chassi Scania k440, o Paradiso DD tem 48 poltronas no piso superior e 10 poltronas no piso inferior, todas do tipo semileito e entrada USB. Conta ainda com aquecedor de líquidos, sofás no salão de passageiros, bar com geladeira, oito monitores, DVD, internet sem fio (Wi-Fi), TV digital e preparação para vídeo game.

O Paradiso 1800 Double Decker de 15 metros possui desenho arrojado, com para-brisas panorâmicos, maiores e curvos, que ampliam a visibilidade para o motorista e os passageiros. O veículo foi desenvolvido para oferecer padrão diferenciado de conforto, segurança e ergonomia, aliado à maior capacidade.

Internamente, o principal destaque é o maior espaço do salão e a elevação do padrão de conforto e de segurança. A iluminação é toda em LED, com luzes indiretas, que criam um ambiente de comodidade e sofisticação. O LED está presente também nas luzes de leitura dos porta-focos, com acionamento por toque, que contam ainda com saídas individuais para o ar-condicionado.

Fotos: Douglas de Souza Melo.

Secco Consultoria de Comunicação.

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terça-feira, 22 de maio de 2018

CONVERSA DE PISTA.
Por Wagner Gonzalez*

MÔNACO, A CONCORRIDA PASSARELA DA F-1.


Circuito icônico é palco de egos, riscos e expõe o estilo de vida da categoria


Desde sua criação em 1950 o Campeonato Mundial de F-1 passou por várias transformações, eras e domínios num processo de sobrevivência que consagrou e destruiu egos, técnicas, conhecimento e principalmente sonhos. Nesse universo de 78 edições ocupam lugares de destaque Graham Hill e Ayrton Senna, com cinco e seis vitórias, respectivamente, ambos foram agregados informalmente  à Família Grimaldi, que controla o principado mediterrâneo há tempos, ao ganharem o apelido de reis de Mônaco. Ali, iates cada vez maiores invadem as marinas locais em clima de festas nababescas e projetos dos mais variados foram, são e serão sonhados, assinados e terminados em torno das sinuosas ruas e boulevares de Monte Carlo, o bairro mais famoso da cidade-estado que é a  verdadeira passarela da F-1.

Graham Hill ao volante do Lotus 49B-Ford rumo à vitória no GP de 1969. Foto: Team Lotus/Primotipo.

O frenesi dessa corrida foi recentemente usado para alavancar o valor da expressão "Tríplice Coroa", um título cunhado em 1972 depois que Graham Hill ganhou as 24 Horas de Le Mans e tornou-se o primeiro homem a ter conquistado também o Campeonato Mundial de F-1 (1962 e 1968) e as 500 Milhas de Indianapolis (1966). Há um ou dois anos exercícios de marketing substituíram o campeonato pela vitória no principado, o que ajudou a promover o significado da participação de Fernando Alonso na corrida norte-americana. Ainda que discutível, a nova ficha técnica é justificável: até então um campeonato mundial e duas provas icônicas eram misturados; hoje em dia são três corridas.

Ano após ano os organizadores do GP de Mônaco vão ensaiando novas possibilidades para explorar o charme do local e aumentar a receita daquela que é a prova mais complexa do calendário. Somente nos anos 1990 é que a sala de imprensa ganhou instalações minimamente decentes: até então funcionou em locais tão adaptados quanto salas de aula de um jardim da infância ou um andar do estacionamento próximo à entrada dos boxes. e, em outro ano, próximo à saída do túnel. A coletiva de imprensa já aconteceu em um teatro pequeno, que ficou ainda menor em 1984 após aquele final dramático onde o meio ponto da vitória de Alain Prost pôs por água abaixo a conquista do título ao final da temporada.

Construído por encomenda de um mexicano, o Glas correu como Lamborghini 291 e 292. Foto: Lamborghini Press.

Na edição de 1990 os comentários no sempre apertado paddock de Monte Carlo indicavam que os negócios da F-1 com o México iriam crescer exponencialmente. No fim de semana de 27 de maio o empresário Fernando González Luna circulava com desenvoltura e convidada a todos para a festa de lançamento da equipe GLAS-Lamborghini, um verdadeiro investimento multinacional a ser lançado oficialmente um mês mais tarde na Cidade do México. De concepção italiana (Mauro Forghieri e Mario Tollentino assinavam o projeto), apoio norte americano (eram tempos em que a Chrysler controlava a Lamborghini, fabricante do motor e chassi) e boa parte do capital com origem mexicana (falava-se em US$ 20 milhões aportados por empresários do país latino), a Glas desapareceu no ar sem deixar traço ou rumo, exatamente como González Luna, até hoje considerado um foragido pela Interpol...

Ainda mais aparente foram as aparições de Fred Blushell, contador da Lotus nos tempos de Colin Chapman, no final dos anos 1980, porém não menos enigmáticas. Chapman faleceu em dezembro de 1982, vítima de ataque cardíaco, depois que o financiamento de do governo britânico (algo em torno de £10 milhões), para a construção da fábrica do De Lorean, na Irlanda foi descoberto como  um golpe financeiro. Na esperança de gerar simpatia à sua imagem no meio, em pleno fim de semana de F-1 Blushell passeava pelo principado por entre muitos dos automóveis mais caros e exclusivos do mundo pilotando um singelo Renault 4...

Em 1980 outro britânico também chamou a atenção pela sua condução em Mônaco, mais precisamente na largada do GP. Partindo da 12ª posição no grid, o irlandês Derek Daly tentou fazer um traçado inédito na curva de Saint Devote e lançou seu Tyrrell número 4 por sobre os rivais que estavam à sua frente, entre eles o francês Jean-Pierre Jarier, então seu companheiro de equipe. Os únicos que gostaram dessa frustrada inovação devem ter sido os executivos da Candy, marca de eletrodomésticos que patrocinava a equipe naquele ano.

Mônaco tem publicidades das mais raras, algumas que só aparecem nessa etapa do Mundial de F-1. Foto: visitmonaco.com.

Patrocínios estranhos são outra característica do principado. Dois nomes sobressaem: Zepter e Societé des Bain du Mer. A primeira é, de certa forma, concorrente da Candy: de origem austríaca, esta fábrica de utensílios de cozinha de alta qualidade é também um grupo ótico, financeiro e imobiliário, com interesses em mais de 40 países tão díspares quanto Albânia, Dinamarca e Moldovia. A Zepter já apoiuo a equipe de Pedro Paulo Diniz e apreceu em cartazes no GP do Brasil.

A segunda tem um histórico digno de roteiros onde egos e interesses financeiros se misturam. Com mais de três mil funcionários, a Societé des Bain du Mer (ou Monte-Carlo SBM) é o maior empregador local e tem um capital declarado de € 24,5 milhões. Ao contrário do que o nome (Sociedade dos Banhos de Mar) possa sugerir, a empresa explora hotéis, restaurantes e, pleno da roleta, os cassinos do Principado, e tem tentáculos em mais de 500 atividades de prestação de serviços. Com origens no anos 1860, seu formato atual começou a ser delineado quando o príncipe Louis II notou a queda de rendimentos nos cassinos locais logo após a I Guerra. Um acordo com o comerciante de armas Basil Zaharoff assumiu o controle do negócio, até então nas mãos de Camille Blanc.

Grace Kelly, Aristoteles Onassis, Maria Callas e Rainier II em tempos de paz e de festa.Foto: Pinterest.

No início da década de 1950 o golpe se repetiu através de um grupo de empresas do Panamá, na realidade empresas de fachada de um grego de nome Aristóteles Onassis. Uma série de divergências entre o armado e o príncipe Rainier II ameaçou a sobrevivência do projeto e em 1966 a emissão de 600 mil novas ações garantiu que ao governo local o controle acionário a companhia. Após uma longa batalha judicial Rainier II adquiriu o restante das ações em poder de Onassis por US$ 9,5 milhões, quantia que corrigida aos valores atuais valem cerca de 30 vezes mais. Para evitar que o problema se repita o Automóvel Clube de Mônaco colabora como pode. Além do Rally de Monte Carlo, que acontece no inverno, há alguns anos a estrutura montada para o GP de F-1 é utilizada para eventos que se alternam bienalmente: o GP histórico e uma etapa da temporada da F-E, a categoria de carros elétricos.

Além de resultados inesperados e surpreendentes, como as vitórias de Jarno Trulli (2004),  Olivier Panis (1996) e Jean-Pierre Beltoise (1972), erros como o antológico cometido por Ayrton Senna na corrida de 1988 perdem para a desastrada comemoração do sueco Bjorn Wirdheim na preliminar de F-3000 em 2003.

As informações sobre o acerto e as relações de câmbio usadas no carro de Senna no GP de 1988....

Após 66 voltas de um total de 78 Senna liderava a prova com quase um minuto de vantagem sobre Alain Prost quando diminuiu o ritmo, se desconcentrou e... bateu na Virage do Portier, curva que dá acesso ao túnel, a poucas centenas de metros de sua casa. Horas depois de ter amargado um retiro em seus aposentos, o brasileiro tentou justificar o incidente alegando que um pneu traseiro do seu carro perdeu pressão e o carro raspava no piso naquele trecho. Verdade ou mentira, a derrota entrou para a história como o erro mais famoso de sua carreira na F-1.

... e a anotação "crashed at Portier" indicando o erro mais famoso na carreira do piloto. Fotos: Arquivo RD.

Wirdheim não teve essa oportunidade: ele não esperou a bandeirada de vitória mais importante de sua carreira e começou a comemorar efusivamente em outras poucas centenas de metros, neste caso, antes da linha de chegada. Indiferente a isso o dinamarquês Nicolas Kiesa não deu a mínima para os acenos que o rival fazia à sua equipe e assumiu a liderança da prova a tão somente 50 metros. A carreira de ambos não progrediu na mesma proporção do impacto causado pela bizarra situação.

R$ 7 milhões é o valor do lance vencedor do leilão do Toleman TG184-Hart usado no GP de 1984. Foto: Bonham's.

Este ano as roletas dos cassinos de Mônaco estão girando com apostas altas. Alguns investidores depositaram suas esperanças de lucros futuros em leilões focados em acervos focados em itens que iam desde gravuras a carros de F-1, passando por maletas usadas por pilotos e relógios exclusivos. Entre os monopostos vendidos incluem-se dois que foram usados por Ayrton Senna: o Toleman TG 184 com que ele conquistou o segundo lugar em 1984, e o McLaren-Ford MP4/8A-Ford, carro da sua sexta e última vitória em Mônaco, em 1993. O primeiro trocou de proprietário pela quantia de R$ 7 milhões e o segundo por R$ 4,2 milhões.

O McLaren MP4/8A-Ford da sexta vitória de Senna em Mônaco foi vendido por R$ 4,2 milhões. Foto: Bonham's.

Esse valores refletem bem o estágio atual da McLaren. Por isso mesmo é ainda mais impressionante o investimento de cerca de £200 milhões (R$ 1,055 bilhão)­ que a empresa Nidala (BV) Limited, estabelecida nas Ilhas Virgens Britânicas, fez para comprar 10% das ações do Grupo McLaren. A considerar os resultados que essa equipe tem conseguido nas pistas nas últimas temporadas a aplicação ganha tons menos brilhantes que o "papaya orange" (laranja papaya), cor semelhante à adotada por Bruce McLaren nos anos 1960 e que voltou a ser usado na Indy 500 de 2017 e na F-1 este ano.

Michael Latifi, ao lado da esposa Marilena, novo investidor da McLaren. Foto: Sofina.

Ocorre que a Nidala é controlada pela Sofina, empresa do ramo de proteína animal que teve lucro declarado de € 503 milhões em vendas totais de aproximadamente € 15 bilhões em 2017. Não bastassem números impressionantes, o impacto continua forte quando se nota que o capital da Sofina é controlado pela família de Michael Latifi, pai de Nicholas Daniel Latifi (Ni-Da-La...), piloto de testes da Force India e atual titular da DAMS na F-2. Entusiasta dos esportes e, em particular do esporte a motor, Latifi sênior já patrocinou competições de kart nos Estados Unidos, como o Florida Winter Tour. Ao que tudo indica, porém, seu interesse maior é no potencial de lucros do projeto comercial implantado pela Liberty Media e que foca no mercado norte-americano.

Se você pensou em comparar a atitude do pai de Nicolas Latifi com a do pai de Lance Stroll, pense novamente: não há por enquanto possibilidades de Nicolas ser aproveitado na McLaren (ele disputa o treino livre 1 do GP do Canadá pela equipe Force India, onde é piloto de testes) e a fortuna da família Latifi é considerada algumas vezes superior à dos Stroll...

Falando em apostas altas, dos 260 jogos de pneus disponibilizados neste fim de semana (13 para cada um dos 20 pilotos inscritos), nada menos de 77,3% são do composto hiper macio (pink, hypersoft), opção que será usada pela primeira vez. Essa escolha justifica-se porque a velocidade média por volta é a mais baixa da temporada e a aderência e desgaste do asfalto monegasco é das mais baixas. Segundo Mario Isola, responsável do fabricante de pneus para a F-1, o novo composto permitirá tempos cerca de 1" abaixo das marcas obtidas com o composto super macio. Mais uma aposta a ser conferida...






* Wagner Gonzalez é jornalista especializado em automobilismo de competição, acompanhou mais de 350 grandes prêmios de F-1 em quase duas décadas vivendo na Europa. Lá, trabalhou para a BBC World Service, O Estado de S. Paulo, Sport Nippon, Telefe TV, Zero Hora, além de ter atuado na Comissão de Imprensa da FIA. Atualmente é diretor de redação do site Motores ClássicosTwitter: @motclassicosFale com o Wagner Gonzalez: wagner@beepress.com.br.



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CATERPILLAR CELEBRA 50.000 TRATORES PRODUZIDOS NO BRASIL.


A linha de produção de tratores de esteiras da Caterpillar Brasil alcançou o marco de 50.000 unidades produzidas no país. A marca foi obtida neste mês na Unidade de Piracicaba-SP, a maior fábrica da Caterpillar no mundo em variedade de produtos. 

As esteiras, inventadas há mais de cem anos por Benjamim Holt, um dos fundadores da Caterpillar, viabilizaram um produto ícone, que é produzido no Brasil há quase 50 anos. O primeiro equipamento de esteiras produzido pela Caterpillar em solo brasileiro foi o modelo D4D há quase 50 anos. O equipamento era produzido na antiga fábrica de Santo Amaro desde 1969.

O trator número 50.000 é um modelo D6K. Atualmente, são fabricados pela Caterpillar, em sua Unidade de Piracicaba, nove modelos de tratores da linha de médio porte, além do D6K, são fabricados os modelos D6N, D6T, D8R e D8T, este, um modelo de fonte mundial, ou seja, a Unidade Piracicaba é a única a produzir e exportar para todo o mundo. A Caterpillar introduzirá em breve o décimo modelo de esteiras, destinado a assentamento de tubos. 
“Os tratores de esteiras fazem parte da história da construção do Brasil. Todas as grandes obras tiveram a participação dessas máquinas Cat., da construção de Brasília à Hidrelétrica de Itaipu.  Estamos orgulhosos por alcançar este marco de 50 mil unidades, que consolida a tradição da Caterpillar na produção de tratores de esteiras no país”, diz Odair Renosto, presidente da Caterpillar Brasil.

A chave do trator número 50.000 foi entregue por Fred Istas, vice-presidente da Divisão Global de Movimentação de Terra da Caterpillar Inc., para a empresa Mattos & Travensollo, que atua em obras de construção civil e terraplenagem e possui mais de 50 equipamentos Cat.

Por mais de 90 anos, a Caterpillar torna o progresso sustentável possível e direciona mudanças positivas em cada continente. Os clientes contam com a Caterpillar para ajudá-los a desenvolver a infraestrutura e a gerar energia de que necessitam. Com vendas e receitas de U$ 45,5 bilhões, a Caterpillar é líder mundial na fabricação de equipamentos de construção, mineração e florestal, turbinas industriais a gás, motores a diesel e gás natural, grupos geradores de energia elétrica e locomotivas diesel-elétricas. A companhia também provê financiamento e serviços relacionados por meio de seu segmento de Produtos Financeiros. No Brasil, está presente há 63 anos, sendo a principal exportadora brasileira em seu segmento, tendo 4.900 funcionários em suas unidades de Piracicaba-SP, Campo Largo-PR e Sete Lagoas-MG. 

Departamento de Assuntos Corporativos.

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CONCESSIONÁRIA BELCAR CAMINHÕES COMPLETA 35 ANOS DE HISTÓRIA COM A MAN LATIN AMERICA.


Localizada em Goiânia (GO), a Belcar Caminhões e Ônibus é desde 1983 uma concessionária MAN Latin America. Recebeu pela primeira vez o prêmio de empresa do ano em 1990, prova de reconhecimento pela sua atuação destacada entre todas as concessionárias Volkswagen da região, na comercialização de veículos, peças originais e assistência técnica. Esta premiação se repetiu por mais quatro anos.

“Quando começamos a representar a Volkswagen Caminhões, a montadora era novidade não só no Brasil, mas no mundo. Foi preciso romper essa barreira do desconhecimento, o que demandou muito trabalho. Hoje, 35 anos depois colhemos o fruto de todo esforço aplicado através do reconhecimento da Belcar Caminhões”, comenta José Gedda Neto, diretor geral da Belcar Caminhões e Ônibus.

Uma das primeiras vitórias da Belcar Caminhões veio em 1985, com a venda de 150 caminhões numa mesma negociação. Dali em diante a Belcar Caminhões não parou mais e vendeu mais de 300 unidades de uma só vez para prefeituras em Goiás.

A Belcar Caminhões está estrategicamente instalada às margens da BR 153, rodovia com grande fluxo de caminhões. E a apenas 20 minutos de distância do Centro de Goiânia. Em 2003, abriu sua primeira filial na cidade de Itumbiara (GO).

“Temos uma parceria fidelizada com a Belcar Caminhões no estado de Goiás, são 35 anos que representam perfeitamente o DNA da MAN Latin America:  atender sob medida cada necessidade do cliente. Confiamos o sucesso da marca à nossa rede concessionários, composta por 150 casas em todo o Brasil”, destaca Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da MAN Latin America.

Premiada diversas vezes por suas iniciativas em responsabilidade socioambiental, a Belcar Caminhões ainda mantém um programa de Qualidade de Vida do Trabalhador, contribuindo para o desenvolvimento profissional de seus colaboradores.

MAN Latin America.

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