quinta-feira, 24 de maio de 2018

ALTA RODA.
Por Fernando Calmon*

REDONDAMENTE ENGANADO


O futuro da indústria automobilística aponta, ninguém sabe com certeza em que ritmo, para a tração elétrica e avanço das tecnologias de condução autônoma. É uma aposta industrial e de infraestrutura caríssima, sujeita a altos riscos econômicos e de difícil implantação fora de países ricos ou superpopulosos como a China e, eventualmente, a Índia. Pular a etapa racional dos híbridos pode se tornar um erro grave, talvez tarde demais para reverter.

No entanto, automóveis continuarão a existir e para rodar vão continuar precisando de pneus. Esses são o único e estreito vínculo entre o veículo e o solo. Os fabricantes desses produtos de borracha estão de longe de atuar com indiferença sobre os cenários que se apresentam nas próximas décadas.

Uma das apostas mais ousadas é o pneu esférico da americana Goodyear, Eagle 360 Urban, que dispensa rodas. Um exercício de ficção científica com uma espécie de pele biônica na superfície de rodagem, nunca fura, utiliza inteligência artificial e pode levitar magneticamente em uma estrada especialmente construída para ele. Nem a empresa consegue fazer previsão de quando se tornará realidade.



Os desafios para carros elétricos também não são poucos. Os pneus precisam de um rodar silencioso. Mesmo com dimensões mais estreitas devem compensar o desgaste extra pelo peso das baterias e torque instantâneo do motor que proporciona acelerações fortes.

De qualquer forma a evolução terá que vir também para os carros atuais. Foi motivo de análise aprofundada pelo site inglês www.just-auto.com do qual este colunista é correspondente. Primeira preocupação é diminuir peso. A japonesa Yokohama trabalha para reduzir massa em 25%.

Cada pneu de automóvel exige 40 litros de petróleo para ser produzido. É possível economizar ao usar de óleo de soja na composição da borracha. A francesa Michelin desenvolve uma roda flexível capaz de se deformar e evitar que o pneu esvazie ao passar por buracos de DNA brasileiro, sonho de consumo por aqui.

Muito interessante é a proposta da alemã Continental. Câmeras rastreiam o spray de água em pista molhada e, com ajuda de outros parâmetros, antecipa o risco de aquaplanagem. Interage, então, com controles eletrônicos para diminuir a velocidade, resolvendo um dos maiores problemas de um veículo com direção autônoma e mesmo de motoristas comuns.
Italiana Pirelli promete, no final deste ano, introduzir a troca de informações em tempo real entre pneus e a eletrônica de bordo, em particular com Sistemas de Assistência Avançada ao Motorista (ADAS, na sigla em inglês).

E que tal um pneu que “respira” e limpa o ar em torno dele? Pois a Goodyear propõe exatamente isso. Desenvolveu um protótipo de um não pneumático com estrutura aberta que aumenta a aderência ao absorver água da pavimentação molhada. Na lateral existem musgos capazes de utilizar umidade e iniciar um processo de fotossíntese absorvendo CO2 e devolvendo oxigênio para a atmosfera.

Portanto, de onde menos se espera, brota alta tecnologia. Mesmo de uma estrutura circular, de cor negra e que aparentemente nada agrega. Quem pensava assim estava redondamente enganado, nos dois sentidos do termo.


RODA VIVA


HONDA abriu a “porteira” para crossovers derivados de hatches com o WR-V, em março de 2017. Fórmula simples: maior altura de rodagem, mudanças estéticas na frente e traseira, penduricalhos de sempre. Primeiro seguidor, Ka Freestyle, chega em julho. Volkswagen não confirma, mas deve lançar no próximo ano o T-Track (nome provisório) com base no Polo.

OUTRO sinal positivo de recuperação sustentável do mercado interno de veículos veio da ampliação em 27,6% do crédito liberado para financiamentos (incluído leasing), em relação ao primeiro trimestre do ano passado. O dado ruim: apesar de nível da inadimplência perto da mínima histórica os bancos ainda estão bem seletivos. Mais de 40% das propostas são recusadas.

FIM do Inovar-Auto e do super IPI voltou a viabilizar importações desde 1º de janeiro. McLaren aproveitou. Seu representante Eurobike acumula grande experiência em automóveis caros. Já em 2019 espera vender 24 unidades. A marca inglesa, claro, enfrenta Ferrari e Lamborghini. Cupê 570S começa em R$ 1,9 milhão e o 720S vai a R$ 3,1 milhões.

NOVAS placas de veículos do Mercosul adiadas, de novo, para dezembro próximo. Planejamento agora está correto: carros novos e os que trocam de proprietário ou cidade. Identificação mais segura; conjunto de quatro letras e três números permite mais de 200 milhões de combinações. Fabricantes de veículos se queixam de dimensões impróprias: não foram consultados.

TESLA continua a enfrentar grandes dificuldades industriais para deslanchar seu modelo elétrico de porte médio, em Fremont, Califórnia. O dono e bilionário, Elon Musk, pensava que fábrica de automóveis era mina de ouro e descobriu mina de problemas. Mais fácil produzir foguetes. Parafraseando o ditado, está comendo o pão que o diabo, ou melhor, o carro amassou....



* Fernando Calmon - fernando@calmon.jor.br - é jornalista especializado desde 1967. Engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna Alta Roda começou em 1999. É publicada em O Brasil Sobre Rodas, WebMotors, Gazeta Mercantil e também em uma rede nacional de 52 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente para a América do Sul do site Just-auto (Inglaterra). 
Siga: www.twitter.com/fernandocalmon  - www.facebook.com/fernando.calmon2.

METRA REALIZA AÇÃO PARA PREVENIR ACIDENTES NO TRÂNSITO.

Com o objetivo de chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo, a Metra Transportes está realizando neste mês de maio peças teatrais sobre segurança no trânsito e prevenção a acidentes, para divulgar o Maio Amarelo. 


As apresentações acontecem dentro dos trólebus e ônibus da operadora, durante as viagens, de forma rápida e interativa.

"O tema deste ano é 'Nós somos o trânsito!' e se nós somos o trânsito, também temos que cooperar para a redução de acidentes. A Metra mantém um permanente programa de conscientização dos seus funcionários, principalmente os motoristas, responsáveis pela condução de veículos. Além do apoio às campanhas de segurança, desenvolvidas por entidades oficiais e privadas, atuamos continuamente para alertar as pessoas na prevenção de ocorrências e redução do número de acidentes envolvendo pedestres e ciclistas nas vias exclusivas do corredor", explica Maria Beatriz Setti Braga, diretora da Metra.

A Metra tem como objetivo chamar a atenção dos passageiros para o grande número de acidentes que podem ser evitados nos percursos diários e demonstrar que, com atitude cidadã e respeito ao próximo e às normas de trânsito, muitas dessas ocorrências podem ser evitadas. O grupo de teatro da Metra irá mostrar situações, por exemplo, nas quais os pedestres ficam mais vulneráveis, como usando o celular, caminhando e atravessando a rua ou o corredor de forma desatenta. Além das apresentações teatrais, a operadora colocará nos terminais São Mateus, Santo André, Diadema e Jabaquara cartazes com frases de impacto sobre a segurança no trânsito.

A intenção é que cada um repense suas próprias atitudes como pedestre, motorista, motociclista ou ciclista. E este tipo de abordagem, com linguagem mais leve e descontraída, pode auxiliar no processo sem criar constrangimentos e sem a forma rebuscada das palestras convencionais que pouco despertam interesse.

A Metra é uma empresa privada concessionária do Governo do Estado de São Paulo, que iniciou suas atividades em maio de 1997, como operadora exclusiva do Corredor Metropolitano ABD (São Mateus-Jabaquara) e sua extensão (Diadema-Brooklin).

quarta-feira, 23 de maio de 2018

ALIANÇA TURISMO INOVA E RENOVA FROTA COM ÔNIBUS MARCOPOLO PARADISO 1800 DOUBLE DECKER COM 15 METROS.

Modelo proporciona padrão diferenciado de conforto, ergonomia e segurança ao segmento turístico.

A Aliança Turismo, tradicional operador de transportes de passageiros do segmento de turismo do Rio de Janeiro, é a primeira empresa do estado a adquirir um ônibus de 15 metros de comprimento destinado ao segmento de turismo. A companhia escolheu o modelo Marcopolo Paradiso 1800 Double Decker (dois pisos) dentro do programa de renovação de frota.

Segundo Rodrigo Pikussa, diretor do Negócio ônibus da Marcopolo, o conceito de veículos para o segmento rodoviário no Brasil com 15 metros de comprimento já é um sucesso e com uma grande carteira de pedidos. "Desde a introdução desta resolução notamos o crescimento dos negócios fechados com essa nova metragem. O ganho para o operador é muito grande, pois dependendo da configuração interna, podemos incrementar mais uma fileira de bancos que permite o acréscimo de quatro poltronas. Esse conceito foi feito para ficar e se tornar padrão no Brasil, assim como acontece em outros países da América Latina e agora passa a ser aplicado também ao transporte turístico", revela o executivo.

Equipado com chassi Scania k440, o Paradiso DD tem 48 poltronas no piso superior e 10 poltronas no piso inferior, todas do tipo semileito e entrada USB. Conta ainda com aquecedor de líquidos, sofás no salão de passageiros, bar com geladeira, oito monitores, DVD, internet sem fio (Wi-Fi), TV digital e preparação para vídeo game.

O Paradiso 1800 Double Decker de 15 metros possui desenho arrojado, com para-brisas panorâmicos, maiores e curvos, que ampliam a visibilidade para o motorista e os passageiros. O veículo foi desenvolvido para oferecer padrão diferenciado de conforto, segurança e ergonomia, aliado à maior capacidade.

Internamente, o principal destaque é o maior espaço do salão e a elevação do padrão de conforto e de segurança. A iluminação é toda em LED, com luzes indiretas, que criam um ambiente de comodidade e sofisticação. O LED está presente também nas luzes de leitura dos porta-focos, com acionamento por toque, que contam ainda com saídas individuais para o ar-condicionado.

Fotos: Douglas de Souza Melo.

Secco Consultoria de Comunicação.

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terça-feira, 22 de maio de 2018

CONVERSA DE PISTA.
Por Wagner Gonzalez*

MÔNACO, A CONCORRIDA PASSARELA DA F-1.


Circuito icônico é palco de egos, riscos e expõe o estilo de vida da categoria


Desde sua criação em 1950 o Campeonato Mundial de F-1 passou por várias transformações, eras e domínios num processo de sobrevivência que consagrou e destruiu egos, técnicas, conhecimento e principalmente sonhos. Nesse universo de 78 edições ocupam lugares de destaque Graham Hill e Ayrton Senna, com cinco e seis vitórias, respectivamente, ambos foram agregados informalmente  à Família Grimaldi, que controla o principado mediterrâneo há tempos, ao ganharem o apelido de reis de Mônaco. Ali, iates cada vez maiores invadem as marinas locais em clima de festas nababescas e projetos dos mais variados foram, são e serão sonhados, assinados e terminados em torno das sinuosas ruas e boulevares de Monte Carlo, o bairro mais famoso da cidade-estado que é a  verdadeira passarela da F-1.

Graham Hill ao volante do Lotus 49B-Ford rumo à vitória no GP de 1969. Foto: Team Lotus/Primotipo.

O frenesi dessa corrida foi recentemente usado para alavancar o valor da expressão "Tríplice Coroa", um título cunhado em 1972 depois que Graham Hill ganhou as 24 Horas de Le Mans e tornou-se o primeiro homem a ter conquistado também o Campeonato Mundial de F-1 (1962 e 1968) e as 500 Milhas de Indianapolis (1966). Há um ou dois anos exercícios de marketing substituíram o campeonato pela vitória no principado, o que ajudou a promover o significado da participação de Fernando Alonso na corrida norte-americana. Ainda que discutível, a nova ficha técnica é justificável: até então um campeonato mundial e duas provas icônicas eram misturados; hoje em dia são três corridas.

Ano após ano os organizadores do GP de Mônaco vão ensaiando novas possibilidades para explorar o charme do local e aumentar a receita daquela que é a prova mais complexa do calendário. Somente nos anos 1990 é que a sala de imprensa ganhou instalações minimamente decentes: até então funcionou em locais tão adaptados quanto salas de aula de um jardim da infância ou um andar do estacionamento próximo à entrada dos boxes. e, em outro ano, próximo à saída do túnel. A coletiva de imprensa já aconteceu em um teatro pequeno, que ficou ainda menor em 1984 após aquele final dramático onde o meio ponto da vitória de Alain Prost pôs por água abaixo a conquista do título ao final da temporada.

Construído por encomenda de um mexicano, o Glas correu como Lamborghini 291 e 292. Foto: Lamborghini Press.

Na edição de 1990 os comentários no sempre apertado paddock de Monte Carlo indicavam que os negócios da F-1 com o México iriam crescer exponencialmente. No fim de semana de 27 de maio o empresário Fernando González Luna circulava com desenvoltura e convidada a todos para a festa de lançamento da equipe GLAS-Lamborghini, um verdadeiro investimento multinacional a ser lançado oficialmente um mês mais tarde na Cidade do México. De concepção italiana (Mauro Forghieri e Mario Tollentino assinavam o projeto), apoio norte americano (eram tempos em que a Chrysler controlava a Lamborghini, fabricante do motor e chassi) e boa parte do capital com origem mexicana (falava-se em US$ 20 milhões aportados por empresários do país latino), a Glas desapareceu no ar sem deixar traço ou rumo, exatamente como González Luna, até hoje considerado um foragido pela Interpol...

Ainda mais aparente foram as aparições de Fred Blushell, contador da Lotus nos tempos de Colin Chapman, no final dos anos 1980, porém não menos enigmáticas. Chapman faleceu em dezembro de 1982, vítima de ataque cardíaco, depois que o financiamento de do governo britânico (algo em torno de £10 milhões), para a construção da fábrica do De Lorean, na Irlanda foi descoberto como  um golpe financeiro. Na esperança de gerar simpatia à sua imagem no meio, em pleno fim de semana de F-1 Blushell passeava pelo principado por entre muitos dos automóveis mais caros e exclusivos do mundo pilotando um singelo Renault 4...

Em 1980 outro britânico também chamou a atenção pela sua condução em Mônaco, mais precisamente na largada do GP. Partindo da 12ª posição no grid, o irlandês Derek Daly tentou fazer um traçado inédito na curva de Saint Devote e lançou seu Tyrrell número 4 por sobre os rivais que estavam à sua frente, entre eles o francês Jean-Pierre Jarier, então seu companheiro de equipe. Os únicos que gostaram dessa frustrada inovação devem ter sido os executivos da Candy, marca de eletrodomésticos que patrocinava a equipe naquele ano.

Mônaco tem publicidades das mais raras, algumas que só aparecem nessa etapa do Mundial de F-1. Foto: visitmonaco.com.

Patrocínios estranhos são outra característica do principado. Dois nomes sobressaem: Zepter e Societé des Bain du Mer. A primeira é, de certa forma, concorrente da Candy: de origem austríaca, esta fábrica de utensílios de cozinha de alta qualidade é também um grupo ótico, financeiro e imobiliário, com interesses em mais de 40 países tão díspares quanto Albânia, Dinamarca e Moldovia. A Zepter já apoiuo a equipe de Pedro Paulo Diniz e apreceu em cartazes no GP do Brasil.

A segunda tem um histórico digno de roteiros onde egos e interesses financeiros se misturam. Com mais de três mil funcionários, a Societé des Bain du Mer (ou Monte-Carlo SBM) é o maior empregador local e tem um capital declarado de € 24,5 milhões. Ao contrário do que o nome (Sociedade dos Banhos de Mar) possa sugerir, a empresa explora hotéis, restaurantes e, pleno da roleta, os cassinos do Principado, e tem tentáculos em mais de 500 atividades de prestação de serviços. Com origens no anos 1860, seu formato atual começou a ser delineado quando o príncipe Louis II notou a queda de rendimentos nos cassinos locais logo após a I Guerra. Um acordo com o comerciante de armas Basil Zaharoff assumiu o controle do negócio, até então nas mãos de Camille Blanc.

Grace Kelly, Aristoteles Onassis, Maria Callas e Rainier II em tempos de paz e de festa.Foto: Pinterest.

No início da década de 1950 o golpe se repetiu através de um grupo de empresas do Panamá, na realidade empresas de fachada de um grego de nome Aristóteles Onassis. Uma série de divergências entre o armado e o príncipe Rainier II ameaçou a sobrevivência do projeto e em 1966 a emissão de 600 mil novas ações garantiu que ao governo local o controle acionário a companhia. Após uma longa batalha judicial Rainier II adquiriu o restante das ações em poder de Onassis por US$ 9,5 milhões, quantia que corrigida aos valores atuais valem cerca de 30 vezes mais. Para evitar que o problema se repita o Automóvel Clube de Mônaco colabora como pode. Além do Rally de Monte Carlo, que acontece no inverno, há alguns anos a estrutura montada para o GP de F-1 é utilizada para eventos que se alternam bienalmente: o GP histórico e uma etapa da temporada da F-E, a categoria de carros elétricos.

Além de resultados inesperados e surpreendentes, como as vitórias de Jarno Trulli (2004),  Olivier Panis (1996) e Jean-Pierre Beltoise (1972), erros como o antológico cometido por Ayrton Senna na corrida de 1988 perdem para a desastrada comemoração do sueco Bjorn Wirdheim na preliminar de F-3000 em 2003.

As informações sobre o acerto e as relações de câmbio usadas no carro de Senna no GP de 1988....

Após 66 voltas de um total de 78 Senna liderava a prova com quase um minuto de vantagem sobre Alain Prost quando diminuiu o ritmo, se desconcentrou e... bateu na Virage do Portier, curva que dá acesso ao túnel, a poucas centenas de metros de sua casa. Horas depois de ter amargado um retiro em seus aposentos, o brasileiro tentou justificar o incidente alegando que um pneu traseiro do seu carro perdeu pressão e o carro raspava no piso naquele trecho. Verdade ou mentira, a derrota entrou para a história como o erro mais famoso de sua carreira na F-1.

... e a anotação "crashed at Portier" indicando o erro mais famoso na carreira do piloto. Fotos: Arquivo RD.

Wirdheim não teve essa oportunidade: ele não esperou a bandeirada de vitória mais importante de sua carreira e começou a comemorar efusivamente em outras poucas centenas de metros, neste caso, antes da linha de chegada. Indiferente a isso o dinamarquês Nicolas Kiesa não deu a mínima para os acenos que o rival fazia à sua equipe e assumiu a liderança da prova a tão somente 50 metros. A carreira de ambos não progrediu na mesma proporção do impacto causado pela bizarra situação.

R$ 7 milhões é o valor do lance vencedor do leilão do Toleman TG184-Hart usado no GP de 1984. Foto: Bonham's.

Este ano as roletas dos cassinos de Mônaco estão girando com apostas altas. Alguns investidores depositaram suas esperanças de lucros futuros em leilões focados em acervos focados em itens que iam desde gravuras a carros de F-1, passando por maletas usadas por pilotos e relógios exclusivos. Entre os monopostos vendidos incluem-se dois que foram usados por Ayrton Senna: o Toleman TG 184 com que ele conquistou o segundo lugar em 1984, e o McLaren-Ford MP4/8A-Ford, carro da sua sexta e última vitória em Mônaco, em 1993. O primeiro trocou de proprietário pela quantia de R$ 7 milhões e o segundo por R$ 4,2 milhões.

O McLaren MP4/8A-Ford da sexta vitória de Senna em Mônaco foi vendido por R$ 4,2 milhões. Foto: Bonham's.

Esse valores refletem bem o estágio atual da McLaren. Por isso mesmo é ainda mais impressionante o investimento de cerca de £200 milhões (R$ 1,055 bilhão)­ que a empresa Nidala (BV) Limited, estabelecida nas Ilhas Virgens Britânicas, fez para comprar 10% das ações do Grupo McLaren. A considerar os resultados que essa equipe tem conseguido nas pistas nas últimas temporadas a aplicação ganha tons menos brilhantes que o "papaya orange" (laranja papaya), cor semelhante à adotada por Bruce McLaren nos anos 1960 e que voltou a ser usado na Indy 500 de 2017 e na F-1 este ano.

Michael Latifi, ao lado da esposa Marilena, novo investidor da McLaren. Foto: Sofina.

Ocorre que a Nidala é controlada pela Sofina, empresa do ramo de proteína animal que teve lucro declarado de € 503 milhões em vendas totais de aproximadamente € 15 bilhões em 2017. Não bastassem números impressionantes, o impacto continua forte quando se nota que o capital da Sofina é controlado pela família de Michael Latifi, pai de Nicholas Daniel Latifi (Ni-Da-La...), piloto de testes da Force India e atual titular da DAMS na F-2. Entusiasta dos esportes e, em particular do esporte a motor, Latifi sênior já patrocinou competições de kart nos Estados Unidos, como o Florida Winter Tour. Ao que tudo indica, porém, seu interesse maior é no potencial de lucros do projeto comercial implantado pela Liberty Media e que foca no mercado norte-americano.

Se você pensou em comparar a atitude do pai de Nicolas Latifi com a do pai de Lance Stroll, pense novamente: não há por enquanto possibilidades de Nicolas ser aproveitado na McLaren (ele disputa o treino livre 1 do GP do Canadá pela equipe Force India, onde é piloto de testes) e a fortuna da família Latifi é considerada algumas vezes superior à dos Stroll...

Falando em apostas altas, dos 260 jogos de pneus disponibilizados neste fim de semana (13 para cada um dos 20 pilotos inscritos), nada menos de 77,3% são do composto hiper macio (pink, hypersoft), opção que será usada pela primeira vez. Essa escolha justifica-se porque a velocidade média por volta é a mais baixa da temporada e a aderência e desgaste do asfalto monegasco é das mais baixas. Segundo Mario Isola, responsável do fabricante de pneus para a F-1, o novo composto permitirá tempos cerca de 1" abaixo das marcas obtidas com o composto super macio. Mais uma aposta a ser conferida...






* Wagner Gonzalez é jornalista especializado em automobilismo de competição, acompanhou mais de 350 grandes prêmios de F-1 em quase duas décadas vivendo na Europa. Lá, trabalhou para a BBC World Service, O Estado de S. Paulo, Sport Nippon, Telefe TV, Zero Hora, além de ter atuado na Comissão de Imprensa da FIA. Atualmente é diretor de redação do site Motores ClássicosTwitter: @motclassicosFale com o Wagner Gonzalez: wagner@beepress.com.br.



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CATERPILLAR CELEBRA 50.000 TRATORES PRODUZIDOS NO BRASIL.


A linha de produção de tratores de esteiras da Caterpillar Brasil alcançou o marco de 50.000 unidades produzidas no país. A marca foi obtida neste mês na Unidade de Piracicaba-SP, a maior fábrica da Caterpillar no mundo em variedade de produtos. 

As esteiras, inventadas há mais de cem anos por Benjamim Holt, um dos fundadores da Caterpillar, viabilizaram um produto ícone, que é produzido no Brasil há quase 50 anos. O primeiro equipamento de esteiras produzido pela Caterpillar em solo brasileiro foi o modelo D4D há quase 50 anos. O equipamento era produzido na antiga fábrica de Santo Amaro desde 1969.

O trator número 50.000 é um modelo D6K. Atualmente, são fabricados pela Caterpillar, em sua Unidade de Piracicaba, nove modelos de tratores da linha de médio porte, além do D6K, são fabricados os modelos D6N, D6T, D8R e D8T, este, um modelo de fonte mundial, ou seja, a Unidade Piracicaba é a única a produzir e exportar para todo o mundo. A Caterpillar introduzirá em breve o décimo modelo de esteiras, destinado a assentamento de tubos. 
“Os tratores de esteiras fazem parte da história da construção do Brasil. Todas as grandes obras tiveram a participação dessas máquinas Cat., da construção de Brasília à Hidrelétrica de Itaipu.  Estamos orgulhosos por alcançar este marco de 50 mil unidades, que consolida a tradição da Caterpillar na produção de tratores de esteiras no país”, diz Odair Renosto, presidente da Caterpillar Brasil.

A chave do trator número 50.000 foi entregue por Fred Istas, vice-presidente da Divisão Global de Movimentação de Terra da Caterpillar Inc., para a empresa Mattos & Travensollo, que atua em obras de construção civil e terraplenagem e possui mais de 50 equipamentos Cat.

Por mais de 90 anos, a Caterpillar torna o progresso sustentável possível e direciona mudanças positivas em cada continente. Os clientes contam com a Caterpillar para ajudá-los a desenvolver a infraestrutura e a gerar energia de que necessitam. Com vendas e receitas de U$ 45,5 bilhões, a Caterpillar é líder mundial na fabricação de equipamentos de construção, mineração e florestal, turbinas industriais a gás, motores a diesel e gás natural, grupos geradores de energia elétrica e locomotivas diesel-elétricas. A companhia também provê financiamento e serviços relacionados por meio de seu segmento de Produtos Financeiros. No Brasil, está presente há 63 anos, sendo a principal exportadora brasileira em seu segmento, tendo 4.900 funcionários em suas unidades de Piracicaba-SP, Campo Largo-PR e Sete Lagoas-MG. 

Departamento de Assuntos Corporativos.

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CONCESSIONÁRIA BELCAR CAMINHÕES COMPLETA 35 ANOS DE HISTÓRIA COM A MAN LATIN AMERICA.


Localizada em Goiânia (GO), a Belcar Caminhões e Ônibus é desde 1983 uma concessionária MAN Latin America. Recebeu pela primeira vez o prêmio de empresa do ano em 1990, prova de reconhecimento pela sua atuação destacada entre todas as concessionárias Volkswagen da região, na comercialização de veículos, peças originais e assistência técnica. Esta premiação se repetiu por mais quatro anos.

“Quando começamos a representar a Volkswagen Caminhões, a montadora era novidade não só no Brasil, mas no mundo. Foi preciso romper essa barreira do desconhecimento, o que demandou muito trabalho. Hoje, 35 anos depois colhemos o fruto de todo esforço aplicado através do reconhecimento da Belcar Caminhões”, comenta José Gedda Neto, diretor geral da Belcar Caminhões e Ônibus.

Uma das primeiras vitórias da Belcar Caminhões veio em 1985, com a venda de 150 caminhões numa mesma negociação. Dali em diante a Belcar Caminhões não parou mais e vendeu mais de 300 unidades de uma só vez para prefeituras em Goiás.

A Belcar Caminhões está estrategicamente instalada às margens da BR 153, rodovia com grande fluxo de caminhões. E a apenas 20 minutos de distância do Centro de Goiânia. Em 2003, abriu sua primeira filial na cidade de Itumbiara (GO).

“Temos uma parceria fidelizada com a Belcar Caminhões no estado de Goiás, são 35 anos que representam perfeitamente o DNA da MAN Latin America:  atender sob medida cada necessidade do cliente. Confiamos o sucesso da marca à nossa rede concessionários, composta por 150 casas em todo o Brasil”, destaca Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da MAN Latin America.

Premiada diversas vezes por suas iniciativas em responsabilidade socioambiental, a Belcar Caminhões ainda mantém um programa de Qualidade de Vida do Trabalhador, contribuindo para o desenvolvimento profissional de seus colaboradores.

MAN Latin America.

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SÃO PAULO RECEBE OS CAMINHÕES IVECO DA COPA TRUCK NA TERCEIRA ETAPA DA COMPETIÇÃO.

Prova faz parte da Copa Sudeste, que terá ainda a disputa realizada em Curvelo (MG), em junho. Foto: Duda Bairros.

Será no tradicional autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP), no próximo dia 27, a disputa da terceira etapa da Copa Truck 2018. A corrida faz parte da Copa Sudeste e será realizada também em Minas Gerais. Pilotos, como Beto Monteiro, irão usar toda a potência do motor Cursor 13, da FPT Industrial, para colocar o caminhão Iveco no pódio. 

"Mais uma vez, a robustez do nosso extrapesado estará à prova em condições extremas. Além da qualidade dos competidores, os 1.200 cv do modelo da Iveco fazem a diferença quando a largada é autorizada", afirma Maurício Corrêa, gerente de Marketing da Iveco

A Copa Truck, assim como o Rally Dakar e outras competições automotores internacionais, serve para aprimorar ainda mais o processo de desenvolvimento e testes dos produtos da montadora. 

Destaque ainda para a chegada da 4TRUCK. A partir da corrida de SP, a empresa será responsável pela customização e manutenção da carreta Iveco que transporta os caminhões da Equipe LucarMotorsport, dos pilotos Luiz Lopes e Beto Monteiro, que competem a bordo dos veículos Iveco.

Calendário da Copa Truck 2018 

Copa Sudeste
27/5 - São Paulo (SP)
10/6 - Curvelo (MG)

Copa Centro-Oeste
29/7 - Campo Grande (MS)
26/8 - Goiânia (GO)

Copa Mercosul
16/9 – Buenos Aires (Argentina)
07/10 – Rivera (Uruguai)

Final

REPARABRISA AUTOVIDROS INAUGURA EM SALVADOR LOJA EM PARCERIA COM A SAINT-GOBAIN AUTOVER.

Tradicional empresa de serviços de vidros automotivos tem padrão internacional da rede Sekurit Partner.

A Reparabrisa Autovidros, tradicional empresa de Salvador, acaba de inaugurar loja de serviços de vidros automotivos com padrão internacional da rede Sekurit Partner. Com modernas instalações e equipamentos de avançada tecnologia, aplicação exclusiva de vidros originais e equipe de profissionais especializados, realça o conceito que identifica a sua atividade no mercado de reposição: "não basta atender o cliente, é preciso encantá-lo".

Fundada em dezembro de 1994, a Reparação Autovidros possui uma rede de três lojas em Salvador, distribuídas de forma a melhor atender as necessidades do mercado. A empresa empenha-se para proporcionar o melhor padrão de serviços a veículos nacionais e importados.

Carlos Eduardo Ferreira, diretor da Autover América do Sul, considera que a adesão da Reparabrisa Autovidros reforça o potencial da rede Sekurit Partner no mercado brasileiro, sobretudo na região Nordeste,  e salienta o fato de a parceria ocorrer às vésperas do início das comemorações dos 25 anos de atuação da empresa ao mercado de reposição.

A nova integrante da rede Sekurit Partner possui moderna identificação visual interna e externa, profissionais com uniformes diferenciados de acordo com as funções que executam, amplo estoque de produtos e sala de recepção e espera aos clientes com ar-condicionado, televisão, Wi-Fi, jornais, revistas e serviços de água e café.

Para melhor atender ao mercado, a Reparabrisa Autovidros adotou a prestação de serviços adicionais por intermédio de acordos com transportadoras, concessionárias, seguradoras e foi a pioneira na cidade no serviço de atendimento móvel, que resultam em benefícios aos clientes.

Isabela Viana, diretora da Reparabrisa Autovidros salienta que o propósito da empresa é prestar o mais elevado padrão de serviços, o que resultou no reconhecimento do mercado e na conquista de diversos prêmios de qualidade. Entre os prêmios conquistados, a empresária destaca a certificação do Inbrap (Instituto Brasileiro de Pesquisa de Opinião Pública) em avaliação realizada junto aos clientes, que indicaram os níveis bom e ótimo em mais de 95%.

A nova loja da Reparabrisa Autovidros está instalada na Avenida Dorival Caimy, 1.012, bairro de Itapuã, Salvador com telefones 71 3353-2156 e 3353-2053 e e-mail contato@reparabrisa.com.br.

Secco Consultoria de Comunicação.

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TOYOTA COMEMORA 500 MIL ETIOS PRODUZIDOS NO BRASIL.

A Toyota do Brasil celebra neste mês de maio a produção de 500 mil unidades do compacto Etios, feito na planta da fabricante em Sorocaba, localizada no interior de São Paulo. O importante marco acontece no mesmo ano em que a Toyota completa seis décadas de atividade no País, e comprova o reconhecimento de Qualidade, Durabilidade e Confiabilidade que o Etios conquistou ao longo de seis anos de presença no mercado nacional.

A unidade comemorativa, que saiu da linha de montagem em 4 de maio, é um Etios hatch XLS de cor prata. O modelo foi exibido aos colaboradores em cerimônia realizada na tarde desta segunda-=feira (22), na planta de Sorocaba. Na ocasião, estiveram presentes Steve St.Angelo, CEO da Toyota para América Latina e Caribe e Chairman da Toyota do Brasil, Argentina e Venezuela e Rafael Chang, presidente da Toyota do Brasil e da Venezuela, dentre outros executivos da companhia.


O Etios tornou-se o carro mais vendido pela Toyota no Brasil em 2017. No ano passado, o modelo superou a marca de 70 mil unidades (somando as duas opções de carrocerias) vendidas no território nacional, atingindo sua melhor performance desde que foi lançado no País.

De janeiro a abril deste ano, o Etios registrou aumento de 5,2% nas vendas internas em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo cerca de 24.000 unidades comercializadas no período.

Além do mercado interno, o Etios brasileiro também é comercializado na Argentina, Paraguai, Uruguai, Peru, Costa Rica e Honduras. Do total de unidades produzidas do modelo em Sorocaba no ano passado, cerca de 35%, foi destinada à exportação para esses mercados.

“Estou muito feliz pelo Etios atingir essa marca histórica. Ele é um claro exemplo de como a Toyota é capaz de promover melhorias contínuas e significativas em seus produtos a partir da voz do cliente. Ouvimos nossos consumidores e, com o apoio e empenho de nossos colaboradores, fornecedores e concessionários, tornamos o Etios um veículo altamente competitivo, com qualidade e atributos reconhecidos não somente pelos proprietários, mas também pela imprensa especializada como uma excelente opção de compra entre seus concorrentes”, afirma Rafael Chang, presidente da Toyota do Brasil e Venezuela.


Etios no Brasil


Desde seu lançamento, a família Etios vivenciou uma rápida evolução, respondendo à voz dos seus consumidores.

Em setembro de 2013, um ano após seu lançamento, o interior do Etios ganhou novo aspecto interno com o painel Total Black a partir da versão de entrada X, equipada com ar condicionado, vidros e travas elétricas de série.

No primeiro semestre de 2014, a versão Platinum foi agregada ao portfólio, trazendo um acabamento interno ainda mais requintado, bancos em padrão couro, design exclusivo das rodas e novos equipamentos como o sensor de estacionamento.

Pouco tempo depois, já na linha Etios 2015, a versão Platinum ganhou central multimídia com câmera de ré, navegador GPS, leitor de DVD e TV digital, além de regulagem de altura para os bancos, alertas sonoros de faróis acesos e portas abertas, novo indicador de combustível, entre outras novidades. Todas as demais versões também passaram por melhorias substanciais e receberam mais itens de conforto e conveniência. No início do segundo semestre de 2015, a Toyota lançou a linha Etios 2016 com novo sistema multimídia para as versões XLS e Cross.

O Etios 2017, lançado em abril de 2016, também recebeu melhorias na família de motores 1.3 e 1.5 litro Dual VVT-i, que passaram a ser produzidos no Brasil, na fábrica de Porto Feliz (SP), nova transmissão manual de seis velocidades, painel de instrumentos digital TFT com visor de 4.2 polegadas – o Toyota Smart Screen –, único no segmento de carros compactos, mais equipamentos de série em todas as versões, melhoria no isolamento acústico, suspensão e direção elétrica recalibradas e padronagem inédita no acabamento interno. O grande diferencial, no entanto, foi a adoção da transmissão automática para todas as versões, tanto hatchback quanto sedã.

No início do ano passado, a Toyota lançou a linha 2018 com desenho renovado, presente até então somente nas versões Platinum e na série limitada Ready. Este foi um dos trabalhos desenvolvidos localmente no novo centro de design brasileiro da marca, na planta de São Bernardo do Campo (SP), inaugurado em agosto de 2016.

A linha 2019, disponível ao público desde março deste ano, manteve a evolução progressiva da gama e passou a ofertar controle de estabilidade, tração e assistente de subida em rampa. Foi a partir dessa atualização que a versão XS virou X-Plus e ganhou novos itens, enquanto a X-STD, focada em vendas diretas, fez sua estreia no portfólio Etios.

Atualmente, a gama Etios conta com 14 versões disponíveis entre as carrocerias hatch e sedã


Modelo
Versão
Toyota Etios
hatchback 2019
X-STD manual
X 1.3L 16V manual
X 1.3L 16V automático
X-Plus 1.5L 16V manual
X-Plus 1.5L 16V automático
XLS 1.5L 16V automático
Platinum 1.5L 16V automático
Toyota Etios
sedã 2019
X-STD manual
X 1.5L 16V manual
X 1.5L 16V automático
X-Plus 1.5L 16V manual
X-Plus 1.5L 16V automático
XLS 1.5L 16V automático
Platinum 1.5L 16V automático


Planta de Sorocaba


Inaugurada em setembro de 2012 para produzir o Etios, a fábrica da Toyota em Sorocaba foi construída totalmente sob o conceito Ecofactory, o mesmo utilizado pela matriz da Toyota no Japão, com o objetivo de reduzir continuamente a emissão de resíduos, compostos orgânicos voláteis e emissões de CO2. Outro aspecto importante adotado na unidade é a reutilização das águas pluviais e o aproveitamento da energia solar.

A planta de Sorocaba foi fruto de um investimento inicial de US$ 600 milhões e é considerada um marco nas operações da Toyota no Brasil, pois reúne atributos das plantas mais modernas da fabricante em todo o mundo. Atualmente, a unidade emprega 2.225 pessoas.

Com capacidade produtiva inicial de 74 mil unidades anuais, a planta de Sorocaba recebeu investimento de R$ 100 milhões em 2015, quando foi ampliada para produzir, a partir do ano seguinte, 108 mil Etios por ano. Em setembro do ano passado, a planta recebeu novo aporte de R$ 1 bilhão para adequação das linhas visando a produção do compacto premium Yaris, que será lançado no próximo mês. Quando operar em três turnos, a partir de novembro deste ano, combinando os dois produtos, a planta de Sorocaba alcançará a produção de 160 mil unidades por ano.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

VOLKSWAGEN GOL E VOYAGE CHEGAM À LINHA 2019 MAIS POTENTES E COM NOVO DESIGN.


A Volkswagen apresenta a linha 2019 do Gol e do Voyage. Os modelos, que chegam em junho às cerca de 520 concessionárias da marca, trazem visual mais moderno e atualizado, com duas opções de motor Total Flex. Agora, o motor 1.0 MPI oferece até 84 cv de potência. A outra motorização disponível é a consagrada 1.6 MSI, de até 104 cv. Ambos os motores são associados à transmissão manual de cinco marchas.

Dando continuidade à simplificação da oferta de versões, Gol e Voyage 2019 chegam em versão única de acabamento, que traz de série itens muito valorizados pelos clientes na categoria. Os modelos têm três anos de garantia de fábrica sem limite de quilometragem e são oferecidos em cinco cores: três sólidas (Branco Cristal, Preto Ninja e Vermelho Flash) e duas metálicas (Prata Sirius e Cinza Platinum).

Estilo mais atualizado e refinado


Na dianteira, Gol e Voyage ganharam o desenho do Gol Track, com capô mais elevado e com duas linhas que se conectam aos faróis, agora maiores. O conjunto ótico também é novo e todo o recorte do capô que margeia os faróis é diferenciado.


Com a grade mais larga e alta, o logotipo da Volkswagen fica alocado integralmente fora do capô, permitindo que a linha que delineia o capô seja totalmente horizontal e precisa. Os faróis têm uma escultura nova, com a proposta de robustez e, ao mesmo tempo, sofisticação. O resultado é um conjunto ótico frontal mais retangular.

O para-choque dianteiro também é diferente. A entrada de ar na parte inferior também cresceu e traz linhas mais geométricas, bem definidas e de aspecto esportivo. Os faróis de neblina passam a ter formato trapezoidal e são envolvidos por uma moldura preta. Logo acima do farol de neblina há uma linha de caráter bem “vincada”, dando mais força ao visual frontal do Gol e do Voyage 2019. Os para-lamas dianteiros completam o pacote de novidades para os modelos.

Interior moderno


A linha 2019 dos modelos Gol e Voyage traz um dos interiores mais modernos do segmento sendo referência em termos de conforto e design.


Todas as linhas que determinam o painel estão valorizadas e orientadas de maneira horizontal, a exemplo da faixa inferior que percorre o painel de um lado a outro. Com aplicação da tecnologia In Mold Decoration – IMD, o detalhe do painel ganha mais destaque nas cores e grafismos aplicados. As saídas de ar no painel contam com um formato angulado muito elegante e funcional, típico de veículos de categorias superiores. O volante multifuncional, oferecido como opcional, confere ainda mais requinte e sofisticação ao interior dos modelos. O instrumento combinado (cluster) traz iluminação de LED, combinando com a iluminação do console central e do sistema de infotainment.

Motores 1.6 e 1.0 - robustez e eficiência energética

O motor 1.6 Total Flex é conhecido por sua robustez e eficiência. Esse motor traz atrito reduzido, em especial nos retentores das válvulas, do eixo comando e da flange do virabrequim. Esse atrito reduzido proporciona menor consumo de combustível.

Quando está abastecido com etanol (E100), a potência do motor 1.6l é de 104 cv (76 kW) a 5.250 rpm e o torque é de 15,6 kgfm (153 Nm) a 2.500 rpm. Quando está abastecido com gasolina (E22), a potência é de 101 cv (74 kW) a 5.250 rpm e o torque é de 15,4 kgfm (151 Nm) a 2.500 rpm

Com esse motor e câmbio manual de cinco marchas, o Gol acelera de 0 a 100 km/h em 10,4 segundos e atinge 182 km/h de velocidade máxima (etanol). O Voyage, com o mesmo conjunto, acelera de 0 a 100 km/h em 10,5 segundos e atinge 186 km/h de velocidade máxima (etanol).

Da família EA211, o 1.0 MPI é reconhecido e premiado por sua eficiência. Combinado ao câmbio manual de 5 marchas, tem 999 cm³ de cilindrada, é Total Flex e possui bloco e cabeçote feitos de alumínio, o que colabora para reduzir o peso do conjunto.

Com quatro válvulas por cilindro, sendo duas para admissão e duas para escape, o cabeçote tem comando de admissão variável – a variação é contínua, o que reduz consumo de combustível e emissões e melhora sensivelmente a resposta do motor em baixos regimes de rotação. A taxa de compressão é de 11,5:1.

O EA211 1.0l (que também equipa o Polo e o up!) foi o primeiro motor do País nessa faixa de cilindrada a receber sistema de partida a frio que dispensa a utilização do tanque auxiliar para gasolina.
A potência máxima é de 84 cv (62 kW) com etanol a 6.350 rpm (2 cv a mais do que antes) e de 75 cv (55 kW) a 6.250 rpm com gasolina. O torque máximo é de 102 Nm (10,4 kgfm) com etanol e 95 Nm (9,7 kgfm) com gasolina, ambos a 3.000 rpm.

Com o motor 1.0 MPI, o Gol acelera de 0 a 100 km/h em 13,1 segundos e atinge 167 km/h de velocidade máxima (etanol). O Voyage, com o mesmo conjunto, acelera de 0 a 100 km/h em 13,2 segundos e atinge 173 km/h de velocidade máxima.

Custo-benefício de série



Produzidos em Taubaté (SP), Gol e Voyage 2019 saem de fábrica equipados com ar-condicionado, direção hidráulica, banco do motorista com ajuste de altura, suporte para celular integrado ao painel com entrada USB, travamento elétrico das portas e vidros dianteiros com acionamento elétrico.

A lista de equipamentos de conforto e conveniência é composta ainda pelo encosto do banco traseiro rebatível, desembaçador traseiro, alerta sonoro de faróis acesos, tomada 12V no console central e para-sol com espelho para motorista e passageiro. Entre os itens de aparência, destaque para os para-choques pintados na cor do veículo, as rodas aro 14 (modelo 1.0 utiliza pneus 185/65 R14) e aro 15 (motor 1.6 traz pneus 195/55 R15) com novas calotas, antena de teto e faróis com máscara negra.

No quesito segurança, Gol e Voyage 2019 têm de série freios ABS de última geração com distribuição eletrônica de frenagem (EBD), dois airbags, cintos de segurança dianteiros com pré-tensionador, alerta de não utilização de cinto de segurança do motorista, três apoios de cabeça com ajuste de altura no banco traseiro e sistema ESS (Emergency Stop Signal ou Sinal de Frenagem de Emergência), herdado dos veículos alemães mais sofisticados do mercado.

O ESS funciona como um alerta para evitar colisões traseiras. Caso o motorista pressione o pedal de freio de forma acentuada, mantendo uma frenagem mais consistente, o sistema de segurança aciona as luzes traseiras de frenagem de forma intermitente, sinalizando ao motorista do carro que vem atrás que o Gol ou o Voyage está tendo uma desaceleração acentuada e exige cautela, para evitar colisões.

Após essa frenagem, com o veículo em estado estático, as luzes de freio param de piscar e o ESS aciona as luzes de pisca-alerta, indicando que o veículo parou, sempre orientando da melhor forma o motorista que vem em seguida. Se o motorista acelerar e tirar o carro da inércia, as luzes de pisca-alerta se apagam automaticamente, sinalizando que o veículo se encontra novamente em movimento e em aceleração, sem risco para o motorista de trás que trafega na mesma faixa.

Pacotes de opcionais



O pacote “Urban Completo”, acrescenta aos modelos itens visuais e funcionais como rodas de liga leve de 15”, pneus 195/55 R15 para a versão 1.0 (versão 1.6 já possui pneus 195/55 R15 como item de série), alarme keyless, chave tipo “canivete” com controle remoto, retrovisores e maçanetas na cor do veículo, grade do radiador pintada em preto ninja, espelhos retrovisores externos com ajuste elétrico, função tilt down (lado direito) e luzes indicadoras de direção integradas, sensor de estacionamento traseiro, vidros elétricos dianteiros e traseiros, destravamento elétrico da tampa traseira com controle remoto, travamento elétrico das portas com controle remoto, para-sol com espelho iluminado, faróis duplos, farol de neblina, lanterna traseira escurecida, 2 luzes de leitura dianteiras e 2 traseiras, alças de segurança no teto e coluna de direção com ajuste de altura e distância.

Outro opcional disponível para os modelos Gol e Voyage 2019 é o “Interatividade Media Plus” que traz o sistema de Infotainment Media Plus com 4 alto-falantes e 2 tweeters. Esse sistema de infotainment integra rádio AM/FM, SD Card, entradas USB e Aux In, microfone e Bluetooth. Também tem leitor de CD e arquivos MP3 e está preparado para exibir informações dos sensores de estacionamento traseiros e para o volante multifuncional.

Como ação especial para o lançamento da linha 2019, os modelos Gol e Voyage também terão como opcional o pacote “Interatividade Discover Media”, que traz o sistema mais tecnológico do grupo Volkswagen – a um preço atrativo.

O sistema ‘Discover Media’ permite conectividade avançada com os smartphones por meio do App-Connect (Android Auto, Apple CarPlay e Mirrorlink). Com tela colorida sensível ao toque (touchscreen) com sensor de aproximação, oferece ampla interatividade, com várias opções de informação e entretenimento, além de visual moderno e tecnológico. Permite conexão Bluetooth para até dois celulares e possui uma entrada USB. Esse sistema de infotainment traz adicionalmente recurso de navegação que se destaca pela facilidade de uso e interatividade com o painel de instrumentos, possibilitando uma condução mais segura e confortável. Esse sistema também contempla o “MapCare”, que permite a atualização periódica gratuita da base de mapas durante toda a vida do veículo. Fotos, vídeos e músicas em diversos formatos são alguns exemplos de mídias que podem ser “lidas”.

Volkswagen do Brasil.
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